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07 dezembro, 2008

Festival Etnias - Músicas do Mundo (de Cá) no Contagiarte


Parece que foi ontem, mas o Contagiarte já abriu as suas portas há meia década! E já muito - e de muito bom!!! - se passou por lá. Para comemorar a data, o Contagiarte apresenta mais uma edição do Festival Etnias, no próximo fim-de-semana, com um programa onde se destaca a presença dos OliveTree (na foto), Atlântida (novo projecto de alguns dos nomes ligados aos Frei Fado d'El Rei, Lúmen e Roldana Folk), Madandza e Semente. O programa, completíssimo, aqui em baixo:

«CONTAGIARTE

Espaço de sensibilização, formação e dinâmica culturais


Apresenta


ETNIAS – Festival de Músicas do Mundo

6ªedição / Dez. 2008


Dias 11, 12 e 13 de Dezembro

Evento de comemoração do 5º aniversário do espaço cultural Contagiarte


Os ritmos e culturas que não queremos ver perdidos, tesouros da humanidade, traduz-se, para nós, no Etnias, um festival assente numa programação que celebra as sonoridades e danças das culturas dos povos do mundo. O Etnias celebra também o aniversário do Contagiarte, foi este o evento que abriu as portas a um espaço cultural que se transformou num dos mais emblemáticos da cidade e do país. A edição deste ano conta com os OliveTreeDance (étnico), Atlântida (fusão/worldmusic), Duo Leandro Ferrer e António Dias (jazz manouche), Ma (performance com influências Butoh), Semente (afro), Anaidcram (indiana) e Madandza (afro). Durante três dias consecutivos, 11, 12 e 13 de Dezembro, o Contagiarte e o Etnias celebram em conjunto cinco anos de cultura.


Passados cinco anos, muita coisa mudou. Consolidámos o projecto, conseguimos que, finalmente, ele fosse visto como um espaço de formação, de acolhimento, onde “acontecem coisas”. As pessoas que nos visitam ganharam o estatuto de “ALUNOS”, de “PÚBLICO”. É para isso que cá estamos, para fazê-los participar. Ao fim de cinco anos fizemos deste espaço um ESPAÇO CULTURAL de reconhecimento público. Venham mais cinco!


PROGRAMA


Dia 11, quinta-feira

22h30

MA


Ma significa na língua japonesa, o espaço negativo, entre ou de ligação, onde a dança acontece. Quando sintonizamos o corpo numa determinada frequência, consequentemente obtemos uma ressonância. De acordo com a frequência obtemos ressonâncias diferentes. O mundo, incluindo o nosso corpo e alma, consiste de ondas vibracionais que criam ressonâncias, como ecos. O inimaginável não é um lugar, tão pouco um momento, mas circunscreve-se, como configurações singulares da consciência. Ma é uma aproximação focada no diálogo entre a gravidade e a integração do corpo na imagem e nos sentidos, utilizando a linguagem de dança aérea, butoh, e clown.

Ideia Original Paulina Almeida Música Original Martin Ertl Intérpretes Paulina Almeida e Martin Ertl


Dia 11, quinta-feira

23h30

DUO LEANDRO FERRER & ANTÓNIO DIAS


Uma vez duas velhas raposas juntaram-se para formar um dueto de violões e viajar por um repertório de originais no estilo Jazz Manouche, de originais da autoria de Leandro Ferrer. Este projecto marca também o regresso de Leandro Ferrer aos concertos e ao mundo da música, depois de alguns anos afastado da guitarra, eis que as profusas composições melódicas dos temas apresentados fazem viajar os ouvintes pelo universo do flamenco e do jazz Manouche.


Leandro Ferrer e António Dias violão acústico



Dia 11, quinta-feira

00H15

OLIVETREEDANCE




Com a sua bombástica performance recheada de ritmos tribais étnicos a roçar as sonoridades da dancemusic electro urbana, esta banda não podia ser a melhor para abrir em grande o certame deste ano. Anualmente galardoados pelas suas exibições originais foram no ano de 2008 os NOVOS TALENTOS FNAC e serão graças ao prémio de melhor musica no concurso ROCK RENDEZ WORTEN a banda que entrará na compilação NOVOS TALENTOS WORTEN 2009. Com a união do Didgeridoo Bateria e Multipercussões espera-se, na cave, momentos Underground de folia total. - Vamos Subiiiirr!!!


http://www.myspace.com/olivetreedance


01H00

NOITE FOLK – noite de danças tradicionais europeias conduzidas pelo programador do festival, Hugo Osga.



Dia 12, sexta-feira

22h15

ATLÂNTIDA


O grupo Atlântida nasce como um processo natural da aproximação de músicos influenciados por vários estilos musicais e pelas suas diferentes personalidades.
Deste encontro resulta uma original fusão de géneros com variações a nível do tempo, do estilo e do ritmo com uma dinâmica muito própria. Através da voz, das percussões, das duas guitarras, do baixo acústico, do violoncelo e do acordeão, viajamos ao mundo do Fado na companhia dos acordes do flamenco e os ritmos do tango.


Alexandra Guimarães voz principal João Campos guitarra clássica, flauta e voz
José Flávio Martins baixo acústico e percussões Fátima Santos acordeão Miguel Antas Teixeira guitarra e percussões João Paulo violoncelo e percussões


www.myspace.com/aatlantida



Dia 12, sexta-feira

23h45

SEMENTE


Semente é uma amálgama de influências de África (costa Oeste, de etnia mandinga), Cuba, Brasil e Uruguai, entre outros.


Os ritmos poderosos dos djembés, dununs e tambores de Candombé, as chicotadas vigorosas das congas, as melodias encantadoras do balafon, a folia do samba aliam-se às coreografias étnico-contemporâneas, tornando este um espectáculo de forte carácter visual e sensitivo.


Já passaram por muitos palcos, dos quais se destacam: Festa Vmanize It (Hard Club), PortÁfricas II, “Fazer a Festa” (Palácio de Cristal), Festival Etnias (Contagiarte), Festival Andanças (S. Pedro do Sul), Abertura da Casa da Música, Festas de Valldoreix (Barcelona), Boomfestival, Freedom Fest., Fiestizaje’07 e ’08 (Léon, Espanha), Casa das Artes de Famalicão, Plaza de San Francisco (Canárias), entre muitos outros.


www.myspace.com/sementept


Andrés Tarabbia (Pancho) congas, tambor Chico, djembé, dumbas, cajon, repique, caxixi, claves, efeitos, lagostão, repenique Eva Azevedo fundadora, produção, dança, shekeré, chocalhos Dora Borges dança, shekeré , chocalhos Luís Lopes balafone, bolon, krin, dumbas, djembé, shekeré, choca, chocalhos, efeitos Márcio Pinto dumbas, congas, tambor chico, cabaça, caixa, tamborim, pandeiro, caxixi, shekeré, efeitos Mariana Rute Costa voz, shekeré Paulo das Cavernas fundador, djembé, n’goni, bolon, tama, congas, cuica, tamborim, repenique, bongós, choca, efeitos, voz

Vanessa Fernandes dança, shekeré , chocalhos Bilan voz, baixo, dumbas, efeitos



01h00

INNYANGA – sonoridades afro



Dia 13, sábado

22h15

ANAIDCRAM


Anaidcram já leva anos de pesquisa e viagens a vários países, para sentir e aprender desde a raiz. Tendo um trabalho multicultural, a seu ver, só é possível se houver esta interacção cultural criando um espectáculo, que leva também o espectador a sentir o sabor destas várias viagens, através da musica, dos instrumentos, dos diferentes idiomas usados nos temas ,da riqueza das danças, desde as clássicas às tradicionais, de cerimonias ou da colorida indumentária . Tudo isto cria um espectáculo único, cheio de poesia musical e de movimento.


Marc Planells sitar, alaud ,kangira e canto Ricardo Passos percussão, saz e canto Diana Rego dança

www.myspace.com/anaidcramdance

Dia 13, sábado

23h45

MADANDZA


"Não há música sem prazer, nem há prazer sem música." provérbio Malinké. Madandza é um grupo de percussão e dança tradicional malinké. Fundado em 2004, é um projecto que se baseia na pesquisa e exploração da cultura malinké (cerimónias, rituais e tradições ancestrais da zona oeste de África). Madandza é igualmente reconhecido por desenvolver e colaborar em vários projectos de acção social, de acção educativo/cultural e de acção comunitária com as populações desfavorecidas. ACÇÃO SOCIAL – Madandza tem integrado e desenvolvido projectos direccionados para grupos de risco (crianças e jovens desfavorecidos); na área da gerontologia e na área do ensino especial. ACÇÃO EDUCATIVO/CULTURAL – Estas acções pretendem alertar junto das comunidades locais, para a necessidade do diálogo inter-cultural e do respeito pelas diferentes tradições e estilos de vida. ACÇÃO COMUNITÁRIA – Madandza tem colaborado com diversas organizações de índole social e comunitária (ISU, APPACDM), assim como pretende desenvolver projectos comunitários como o realizado em 2007/2008 designado “Viana-Conakry” ACÇÃO ARTÍSTICA – O grupo é actualmente constituído por 5 músicos, três bailarinas e uma vocalista. Tanto a sua vertente de espectáculo como de animação são reconhecidas pela qualidade musical e coreográfica, pela energia de palco e pela capacidade de expressar simbolicamente sentimentos e valores culturais associados ao império malinké.



Músicos Armando Santos, Pedro Amaro, Zé Puto, Pedro Veloso, Nuno Presa

Bailarinas/ Voz Isa Santos, Rita Santos, Bárbara Gonçalves e Fabíola Fernandes


http://www.myspace.com/madandza


01h00

Fuego & Tumbao – sons latinos



ACTIVIDADES PARA-FESTIVAL


WORKSHOP DE DANÇA CLÁSSICA INDIANA

Professora: Diana Rego

Dias: 15 e 16

Horário: 18h00 às 20h00

Valor: 30€


Odissi é o nome da dança do Este da Índia. Inicialmente esta dança era realizada dentro dos templos de Orissa, como uma das principais oferendas a deus

Odissi é caracterizado pelos seus movimentos suaves e líricos contrastando com outros exactos e precisos. Tem um forte lado feminino, devocional, belo e vasta qualidade expressiva, assim como um intricado trabalho rítmico acompanhado pelo pakawaj drum, que é seguido lealmente pelo “sapateado a pé descalço “ do bailarino.


Esta dança é uma meditação em movimento. O corpoo torna-se uma escultura e dança contando histórias da mitologia hindu. Este curso é de interesse para todo o tipo de bailarino e performer, pois há um forte trabalho de consciência corporal, rítmica e expressiva (teatral).


Exposição de Fotografia

Inaugura dia 9 de Dezembro

22h30

Rota da Seda e Cazaquistão de baixo orçamento


Estas são algumas fotografias que contam a história de uma viagem de quatro semanas que percorre parte da histórica Rota da Seda da Ásia Central, na Quirguízia e no Uzbequistão, e numa parte do Cazaquistão. Passei por lugares míticos, como Tashkent, Samarcanda e Bukhara. Quase todos têm uma história que começa séculos antes de haver qualquer forma mais organizada de civilização na Europa Ocidental. Foram palco de intensas trocas comerciais, culturais e intelectuais entre o Ocidente e o Oriente, que só diminuíram com a descoberta da rota marítima para a Índia pelos portugueses. A era soviética não podia ser mais diferente. O planeamento urbanístico cinzento típico e o culto da personalidade dos líderes deixaram as suas marcas. É em grande parte este contraste que é interessante mostrar.


Joost De Raeymaeker fotojornalista


Sobre o fotógrafo

é um fotojornalista belga residente em Lisboa. Depois de ter tirado um curso superior como músico no jazz-studio em Antuérpia e de ter feito a licenciatura em história na ufsia em Antuérpia, na flup no Porto e na rug en Gent, dedicou-se durante alguns anos à segurança informática como sócio gerente da rsvp consultores associados. Depois destes anos a usar demasiado o seu hemisfério cerebral esquerdo, voltou aos bocados a activar o seu hemisfério direito através de uma paixão dormente, a fotografia. Primeiro dedicou-se à impressão a preto e branco e usou o tempo para aperfeiçoar a técnica fotográfica. Em 2004 dedica-se definitivamente à fotografia, na área do fotojornalismo. Expôs em Portugal, na Irlanda, na Bélgica e publicou em vários títulos nacionais como o expresso (única), grande reportagem, notícias sábado, futebolista, evasões, destak, toportugal, magazine - grande informação, e internacionais como metro, télérama, le monde 2 (frança), tv sorrisi, popʼs (itália), souls, the express (usa) e muitas outras. A sua paixão é desenvolver reportagens de fundo sobre assuntos sociais do nosso tempo, mas ao mesmo tempo não tem vergonha nem medo de fotografar casamentos, baptizados, retratos ou de cobrir eventos.



Para mais informação seguem contactos:

Produção – Ana Saltão 91 604 70 40

Comunicação – Daniela Reis / Ana Saltão 222 000 682 (espaço Contagiarte)

Programador – Hugo Gomes (Osga) 96 244 36 41

contagiarte@contagiarte.pt

Entrada livre no dia 11 de Dezembro, comemoração do 5º aniversário do espaço cultural Contagiarte;

Restantes dias, entrada 2€.»

10 outubro, 2008

Festival de Expressões Ibéricas - Do Fado à(s) Folk(s)


Começa hoje, dia 10, em Alcochete, mais uma edição do Festival de Expressões Ibéricas, que não se limita a apresentar concertos com artistas e bandas da Península mas, desta vez, vai também à folk britânica - com um espectáculo de Phamie Gow (na foto). A notícia completa, sacada das Crónicas da Terra:

«À primeira vista, há uma vontade expressa de fazer este festival crescer para vários espaços (Freeport, café da vila), outras áreas musicais (de sessões de fado vadio à música medieval) para além da pura e dura folk. Camané (que encerra esta edição a 1 de Novembro), Phamie Gow, Hexacorde y Vanesa Muela, Tradere e a quase-estreia dos Atlântida (novo projecto de José Flávio Martins que já actuou neste festival com Lumen e Frei Fado d’el Rei), constituem alguns dos pontos mais altos daquela que é, sem dúvida, a edição mais ambiciosa deste festival.

Eis o programa completo:

Fórum Cultural de Alcochete
EXPOSIÇÃO: “Aleluias. Jogos. Trajes”
No âmbito do 6.º Festival de Expressões Ibéricas de Alcochete, a decorrer de 10 de Outubro a 1 de Novembro, apresentamos uma recolha da Fundação Joaquín Diaz (Urueña – Valladolid | Espanha) que nos mostra algumas temáticas da cultura tradicional da Península Ibérica.
Horário: 2.ª a 6.ª feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Sábado e Domingos, das 14h00 às 18h00. Patente ao público até 2 de Novembro.

Sexta-feira, 10 de Outubro

18h00 | Biblioteca de Alcochete
Feira do Livro Ibérico
Horário: Terça-feira, das 17h00 às 21h00 | Quarta a Sexta-feira, das 17h00 às 19h00 | Sábados, das 10h30 às 19h00 | Feriados, das 14h30 às 18h30 | Encerra dos Domingos. Até 1 de Novembro.

22h00 | Igreja da Misericórdia/MMA
MÚSICA: Alexandre Gabriel & Gonçalo do Carmo (celta/medieval)
Público: todo.
Duração: 60 minutos.
Bilheteira: € 5,00 | € 3,00 (<> 65 anos) | Passe Festival: €27,00 | Passe Festival Júnior e Sénior (<> 65 anos): € 17,00.
Informações e reservas: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt

Sábado, 11 de Outubro

19h30 | Freeport
MÚSICA: Jose Antonio Alonso (folk/canção de autor)
Entrada livre.

22h00 | Fórum Cultural de Alcochete
MÚSICA: Phamie Gow (celta/tradicional)
Público: todo. Bilheteira: € 7,50 | € 5,00 (<> 65 anos) | Passe Festival: € 27,00 | Passe Festival Júnior e Sénior (<> 65 anos): € 17,00.
Informações e reservas: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt
Concerto com os apoios: Rádio Clube Português e Portal Cotonete.

Sexta-feira, 17 de Outubro

10h00 e 15h00 | Fórum Cultural de Alcochete
ATELIÊ: Oficina de Instrumentos Tradicionais para Crianças
Actividade destinada aos alunos dos Jardins-de-Infância e Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Informações e inscrições (até 14 de Outubro): 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt.

Sábado, 18 de Outubro

15h00 às 18h00 | Biblioteca de Alcochete
ATELIÊ: Oficina de Instrumentos Tradicionais para Crianças
Informações: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt | 21 234 97 20 |
biblioteca.alcochete@netvisao.pt

19h30 | Freeport
MÚSICA: Tradere (folk/tradicional)
Entrada livre.

22h30 | Largo de São João
MÚSICA: La Zarabandina (animação de rua/folk)


Domingo, 19 de Outubro

10h30 | Largo de São João
MÚSICA: La Zarabandina (animação de rua/folk)


Sexta-feira, 24 de Outubro

21h00 | Largo de São João
MÚSICA: Pauliteiros de Miranda (animação de rua/tradicional)
Trás-os-Montes | Portugal
www.bragancanet.pt/pauliteiros

22h30 | Igreja da Misericórdia/MMA
MÚSICA: Strella do Dia (medieval/árabe)
Público: todo. Duração: 60 minutos. Bilheteira: € 5,00 | € 3,00 (<> 65 anos) | Passe Festival: €27,00 | Passe Festival Júnior e Sénior (<> 65 anos): € 17,00. Informações e reservas: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt


Sábado, 25 de Outubro

14h30 e 20h00 | Largo de São João
MÚSICA: Arruada com Gaiteiros e Pauliteiros de Miranda (animação de rua/tradicional)
Trás-os-Montes | Portugal

19h30 | Freeport
MÚSICA: Atlântida (folk/fusão)
Entrada livre.

Sexta-feira, 31 de Outubro

22h00 | Fórum Cultural de Alcochete
MÚSICA: Hexacorde y Vanesa Muela (folk/tradicional)
Bilheteira: € 7,50 | € 5,00 (<> 65 anos) | Passe Festival: € 27,00 | Passe Festival Júnior e Sénior (<> 65 anos): € 17,00. Informações e reservas: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt
www.hexacorde.com | www.vanesamuela.com

24h00 | Café da Vila (Largo de São João)
MÚSICA: Noite Alcochetana de Fado Vadio

Sábado, 1 de Novembro

15h00 | Biblioteca de Alcochete
CONCERTO DIDÁCTICO: Vanesa Muela
Informações: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt | 21 234 97 20 |
biblioteca.alcochete@netvisao.pt

22h00 | Fórum Cultural de Alcochete
MÚSICA: Camané (fado)
Bilheteira: € 10,00 | Passe Festival: € 27,00 | Passe Festival Júnior e Sénior (<> 65 anos):
€17,00. Informações e reservas: 21 234 96 40 | forum.cultural@cm-alcochete.pt

Alexandre Gabriel & Gonçalo do Carmo (Portugal) | www.aggc.no.sapo.pt
O projecto de Alexandre Gabriel & Gonçalo do Carmo nasceu em 2003 na sequência do gosto pelo repertório tradicional europeu. Como ponto de partida a procura e redescoberta das sonoridades antigas – desde os temas de inspiração celta ao imaginário medieval, passando pela música tradicional dos vários países da Europa. O Antigo e o Novo encontram-se num espaço intemporal, nascendo desta união o fruto da harmonia. A música ganha, assim, forma e expressão. Num repertório com base em composições originais, temas tradicionais europeus e obras medievais e renascentistas, a magia dos sons redimensiona as pessoas para outro Mundo – o mundo das Cores e dos Sentidos.

Interpretação: Alexandre Gabriel (harpa céltica e guitarra folk) | Gonçalo do Carmo (flautas, low whistle, gaita-de-foles galega e baglama).

Jose Antonio Alonso (Guadalajara – Castela La Mancha | Espanha) | www.joseantonioalonso.com
Com um contacto muito directo e desde muito cedo com a música tradicional castelhana, Jose António Alonso (Guadalajara – Castela La Mancha) fez parte, em jovem, de grupos musicais como “Pan de Centeno” e “Alquería”, onde realizou um vasto trabalho de intérprete e de recolha da música folk de Guadalajara. Com actuações um pouco por toda a Espanha, Jose António Alonso interpreta, nos seus concertos, músicas tradicionais castelhanas e composições próprias, tendo já recebido vários e prestigiados prémios musicais.

Interpretação: José Antonio Alonso (voz, guitarra e guitarrilho) | Ivan Martín (piano e percussão) | Sergio Maseda (vionlino e voz) | José Ignacio Deán (percussão, flauta e guitarra).
Entrada livre.

Phamie Gow (Escócia) | www.phamiegow.com | www.myspace.com/phamiegow
Conhecida deste muito nova como “a jovem prodígio”, a escocesa Phamie Gow (cantora, pianista, acordeonista, compositora, produtora e harpista) conta com quatro discos editados (“Winged Spirit”, “Lammermuir”, “Dancing Hands” e “Moments of Time”) e com um vasto reconhecimento internacional. O canto da harpa, vivo, assombroso e potente, são adjectivos da imagem de marca que marcam as suas actuações, valendo constantemente os mais rasgados elogios. Esquecendo a harpa como instrumento de música de fadas, Phamie Gow leva a sua sonoridade para lá do limite do imaginável. Phamie Gow apresenta-se em Alcochete para uma muito curta digressão e traz consigo uma harpa eléctrica colorida, única no mundo, a que dá carinhosamente o nome de Madame Papillon. Assistir a um concerto de Phamie Gow é entrar num mundo contemporâneo de virtuosismo.

Interpretação: Phamie Gow (voz, piano, harpa e acordeão).
Concerto com os apoios: Rádio Clube Português e Portal Cotonete.

Oficina de Instrumentos Tradicionais para Crianças (Castela e Leão |
Espanha)
Júlio Arribas vem da província espanhola de Castela e Leão para apresentar um conjunto de instrumentos tradicionais ibéricos e de novas formas de os perpetuar. Construir instrumentos tradicionais a partir de nozes ou de latas de conserva é o desafio que Júlio Arribas propõe às crianças para, por um lado, criarem os seus próprios instrumentos e, por outro, criarem a sua própria música.

Tradere (Castela e Leão | Espanha) | www.folkesi.com/tradere | www.myspace.com/tradere
Fundados nos finais de 1994, o grupo da província espanhola de Castela e Leão formou-se com os objectivos de divulgar e entender a música tradicional espanhola. Sempre presentes nos mais prestigiados festivais de música folk de Espanha, para além de outros locais em países como a Hungria, Itália e Portugal, o sexteto Tradere apresenta, em concerto, temas que conjugam a música tradicional e a renovação da música folk.

Interpretação: Eugenio Rodríguez (oboé, dulzaina e voz) | Jesus Ronda (guitarras e coros) | Jaime Lafuente (voz e percussão) | Chuchi Marcos (baixo) | Javier Polo (saxofone, flautas e coros) | Pedro Pérez (percussões).

La Zarabandina (Castela e Leão | Espanha) | www.myspace.com/lazarabandina
As actuação de La Zarabandina (Castela e Leão | Espanha) reflectem perfeitamente as várias manifestações da música tradicional de raiz folk. A quantidade de instrumentos tradicionais tocados pelo grupo identifica a sua intemporal riqueza musical, aliados a uma conotação sempre actual. Com a interpretação de temas de várias regiões de Espanha, as presenças de La Zarabandina em vários festivais internacionais de música folk e de rua traduzem-se em momentos de verdadeira festa e diversão.

Interpertação: Rafael Cubillo (dulzaina) | Alberto Requejo (saxofone tenor) | Victor Nieto (bombo) | Eugénio Rodríguez (dulzaina) | Javier Polo (saxofone soprano) | Pedro Pérez (caja) | Paco Villalba (bombardino).

Pauliteiros de Miranda (Trás-os-Montes | Portugal) | www.bragancanet.pt/pauliteiros
Se a origem da dança dos Pauliteiros não recebe unanimidade dos estudiosos, havendo atribuições da sua origem a danças gregas, a danças populares do sul de França e a danças dos Suíços na idade Média, uma coisa é certa: as actuações dos Pauliteiros de Miranda não deixam ninguém indiferente: do trajes, à danças, dos utensílios às músicas, cada apresentação é um regalo para os olhos!

Strella do Dia (Portugal) | www.strelladodia.com | www.myspace.com/strelladodia
Os Strella do Dia têm desenvolvido um trabalho pioneiro no nosso país devido à singularidade da sua génese, passando a sua formação principalmente pela música medieval. O grupo caracteriza-se, em termos de actuações, pela música “alta”, na qual a força telúrica das gaitas-de-foles e da percussão lusitana, bem como de outros instrumentos, adquire o seu máximo protagonismo, e pela música “baixa”, onde o som aquático da harpa céltica, a doçura etérea das flautas e o som cristalino das saltérios transportam, quem escuta, para outros tempos. Actualmente os Strella do Dia apresentam outras faces da música medieval, assim como incursões pontuais a outros domínios musicais, como são os casos da música árabe e da música tradicional.

Interpretação: Alexandre Gabriel (tarota, gralla, percussões, harpa céltica e crótalos) | Daniel Morgado (timbalão, darabuka, bendir e crótalos) | João Neve (djembe, timbalão, surdo, darabuka, tbal, cowbell e crótalos) | Gonçalo do Carmo (gaita-de-foles, flautas, gralla, chalumeau, alaúde árabe, baglama e crótalos) | Ricardo Vieira (gaita-de-foles, flautas, crótalos, bendir e chirimita).

Atlântida (Portugal) | www.bartilotti.com/musica_atlantida | www.myspace.com/aatlantida
Os portugueses Atlântida nascem como um processo natural de aproximação de músicos influenciados por vários estilos musicais e pelas suas diferentes personalidades. Do encontro, resulta uma original fusão de géneros com variações a nível do tempo, do estilo e do ritmo com uma dinâmica muito própria. Através da voz, das percussões, das duas guitarras, do baixo acústico, do violoncelo e do acordeão, viajamos ao mundo do Fado na companhia dos acordes do flamenco e dos ritmos do tango.

Interpretação: Alexandra Guimarães (voz principal) | Cristina Bacela (guitarra e voz) | José Flávio Martins (baixo acústico e percussões) | Fátima Santos (acordeão) | Miguel Antas Teixeira (guitarra e percussões) | João Paulo (violoncelo e percussões).

Hexacorde y Vanesa Muela (Madrid | Espanha) | www.hexacorde.com | www.vanesamuela.com
Mais do que a soma de dois projectos distintos, Vanesa Muela e Hexacorde (Madrid | Espanha) complementam-se. O longo trabalho de investigação de Vanesa Muela na música de raiz folk constitui-se como um excelente tónico para o engrandecimento do estilo dos Hexacorde.

Interpretação: Rafael Alonso (flautas, dulzaina e gaita) | Álvaro Aguilar (dulzaina, cajón e percussões) | Fernando Llorente (clarinete, gaita charra e dulzaina) | Héctor López (bateria, percussões e clarinete) | Ángel Goyanes (cistro e guitarra) | Victor Ríonegro (baixo eléctrico) | Vanesa Muela (voz e percussões).

Vanesa Muela (Castela e Leão | Espanha) | www.vanesamuela.com
Desde muito cedo ligada ao universo musical, Vanesa Muela (Castela e Leão | Espanha) tem-se dedicado ao conhecimento e investigação da cultura musical tradicional espanhola e também de instrumentos musicais tradicionais. Este aspecto, que se reflecte claramente nas suas actuações, torna cada concerto único e inesquecível. Com um conjunto de três discos gravados e muitos prémios conquistados, Vanesa Muela apresenta-se a solo em Alcochete para um concerto que mais do que musical é uma partilha de conhecimentos e experiências.

Camané (Portugal) | www.camane.com | www.myspace.com/camane
Desde o início do seu percurso artístico, Camané teve sempre uma postura de sobriedade, respeito e rigor perante o Fado, insistido na divulgação de um repertório centrado no seu lado Tradicional, sem deixar de arriscar ao utilizar novas linguagens musicais, mantendo o enfoque na Palavra, na forma como transmite o legado cedido pelos autores e poetas do nosso e de outros tempos. Camané regressa ao Fórum Cultural de Alcochete para a apresentação do seu último trabalho discográfico “Sempre de Mim”.»