Mostrar mensagens com a etiqueta Atma. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Atma. Mostrar todas as mensagens

24 outubro, 2012

Musidanças - A Lusofonia em Festival no B.A.

E olhe-se só que belo programa, o da nova edição festival Musidanças! Tudo aqui: «Em novembro, o Bairro Alto abre as portas à lusofonia O primeiro lugar em que Oriente, Índias, Áfricas e Áméricas se encontraram, recebe agora o festival das artes do mundo lusófono, o Musidanças. Guiné, Angola, Portugal, Cabo Verde e Moçambique reúnem-se no Bairro Alto para celebrar com ritmos a mestiçagem da língua portuguesa. O encontro está marcado para os dias 1, 2 e 3 de novembro no Teatro do Bairro, com apresentação na Fnac Chiado. Para a sua 12ª edição, o Festival Musidanças traz ao coração de Lisboa uma mostra da nova geração de músicos que, apesar de serem provenientes de estilos diferentes, partilham algo em comum: a língua. O festival arranca na Fnac Chiado com Tutim Di Giralda, um artista que tem vindo a revelar-se, através da voz da cantora cabo-verdiana Nancy Vieira, como um talentoso e versátil compositor. Mas o seu dom transcende a composição, e é por isso que se estreia agora também como vocalista. Mais tarde os Cabace sobem ao palco do Teatro do Bairro para nos trazer um som que definem como “Afro-good-feeling”. É música carregada de vibrações positivas, que explora estilos africanos bem como géneros mais mainstream como a pop, o soul ou o reggae. E se um moçambicano e uma caribenha se encontrassem no caldeirão étnico de Londres e decidissem criar música juntos? Foi o que fizeram Mohammed, rapper moçambicano e Sarina Leah, cantora de r'n'b caribenha. Em conjunto formam os Native Sun (na foto), um duo que mistura a língua portuguesa com a inglesa e une o hip-hop ao soul. Os Native Sun actuam no dia 2 de novembro, o segundo dia do festival. E se foi no coração de Lisboa que tudo se misturou, é natural que existam ainda os ecos da história, que criaram novas tradições. No último dia do festival, os ATMA sobem ao palco e espalham pela sala o espirito lusitano. Através dos acordes da guitarra portuguesa e do fado, o grupo convida o público a uma viagem pelo mundo arábe e crioulo. A apresentação do festival na Fnac Chiado tem entrada gratuita. No Teatro do Bairro, os bilhetes são diários e estarão à venda no local do evento, existindo a possibilidade de serem reservados. O valor de cada ingresso é de 8€. A CP associou-se ao Musidanças no âmbito da sua estratégia de promoção do comboio como meio de transporte para viagens de lazer, e para além da oferta de condições comerciais vantajosas nos seus transportes, a empresa apoia a divulgação do evento. Para além da CP, o Festival Musidanças conta ainda com o apoio da Fnac, do Teatro do Bairro, da Associação Jungleplanet, da Zoomusica, da NCS Entertainement e da WTG®Management. Programação 1 de novembro (Quinta-feira) 18h30 - Fnac Chiado Apresentação do Festival Musidanças com Tutim Di Giralda 23h00 - Teatro do Bairro Cabace (Guiné Bissau/ Afro / Soul / Reggae) Dj Quiné (Dj Set) (Afro World) 2 de novembro (Sexta-feira) 23h00 - Teatro do Bairro Native Sun (Moçambique / UK / HipHop / Soul) Eliza Sparks vs Sette feat Greyss (Dj Set) (Afro / Hiphop) 3 de novembro (Sábado) 23h00 - Teatro do Bairro ATMA (Portugal/World Fusão) Bob Figurante feat. Dublota Sound (Dj Set) (Reggae / Étnico) Preço de venda ao público Bilhete: 8€ ( à venda no local do evento, existindo a possibilidade de reservar). Mais info: Facebook: www.facebook.com/festivalmusidancas Email: musidancas@jungleplanet.net Site: www.jungleplanet.net/festivalmusidancas Informações de reserva: 213473358 / 913211263 Informações: 968972450»

30 janeiro, 2012

Colectânea de Textos no jornal "i" - XXVII


Carecas, dreadlocks e carapinhas...

Há muitos anos, a televisão portuguesa (que nessa altura se resumia à RTP) passava o famoso anúncio do Restaurador Olex: "Um branco de carapinha e um preto de cabeleira loira não fica bem nem é natural". Mensagem devedora de um país fechado e obscurantista, onde a ditadura, o colonialismo e o racismo deixavam a sua marca até na publicidade dirigida aos homens que ficavam com cabelos brancos - e, veja-se só a ironia, no caso dos cabelos... os pretos eram melhores e mais saudáveis que os brancos! -, a verdade é que ainda hoje muita gente recorda a frase e a repete nas mais variadas situações. Isto vem a propósito de três discos recentes de malta branca, portuguesa, toda com nomes estrangeirados e uma música deveras cafrealizada. E, ainda por cima, três excelentes discos que merecem toda a atenção e carinho. Primeiro, "Hats & Chairs", dos Soaked Lamb (tradução livre: Ensopado de Borrego), um magnífico álbum de blues do mais negro que há, mas também com as doses certas de country, folk, jazz, surpresa e divertimento para que não seja apenas mais um mero (embora magnífico) disco de blues. Depois, a surpresa que é o EP de estreia e homónimo de Frankie Chavez (na foto), um homem de belíssima voz (entre Paul McCartney e John Lennon, ou vice-versa), mas cujas influências maiores são também Ben Harper e Jimi Hendrix. E, por último, "Seek Your Truth", de Freddy Locks, cada vez mais fiel às raízes do reggae e às suas mensagens. E, como se sabe, no reggae isso é sempre o mais importante.


Há (muita) música portuguesa nas rádios

A Lei da Rádio, que impôs a obrigatoriedade de uma percentagem considerável de música portuguesa nas rádios nacionais - e locais e regionais -, apesar de na sua base estar uma permissa contestável, tem de facto contribuído para uma muito maior divulgação de música nacional, muitas vezes nova e de, voltamos a repeti-lo, também muitas vezes de inegável qualidade. E isso é bom, principalmente quando é uma realidade, desde há muitos anos e devido à "ditadura" das playlists, o descréscimo do número de programas de autor dedicados à música portuguesa. Mas ainda os há, desde o incontornável "Portugália" (Antena 3), de Henrique Amaro, até a programas de rádios universitárias - "Santos da Casa" (RUC), de Fausto da Silva e Nuno Ávila; "Português Suave" (RUM), de José Reis; "H(À) Escuta"(RUA), de Leila Leiras... - ou o "Portugal Rebelde", de António Manuel Almeida, que é transmitido pela Douro FM. Um programa que lançou agora uma excelente colectânea homónima que toma o pulso a muita da música portuguesa actual e é um espelho perfeito de como a nossa música, em 2010 (ou só um bocadinho antes), está a viver um ano de ouro! Em "Portugal Rebelde", o disco, ouve-se um novo tema dos veteranos Trabalhadores do Comércio mas tudo o resto é de grupos e artistas bastante recentes, muitos deles a cantar em português - Diabo na Cruz, Os Golpes, Os Tornados, Márcia (na foto), Ludo, Feromona - e também, e muito bem, em inglês - A Jigsaw, Minta, Noiserv, Partisan Seed - ou, no caso do instrumental de M-Pex, a levar a guitarra portuguesa e o fado para um futuro radioso. Edição feita fora das esferas habituais da indústria discográfica - majors ou independentes - e com o apoio de estruturas locais, este é mais um belo exemplo de amor à música portuguesa e a quem a faz. Devia haver mais discos assim.




Músicos de sete ofícios

Este ano só comprei dois livros na Feira do Livro: "Diário da Bicicleta", de David Byrne, e "As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizza Boy", novela gráfica com argumento de Filipe Melo (na foto). Ainda estive para comprar um terceiro, "Os Livros Que Devoraram o Meu Pai", de Afonso Cruz, mas havia tanta gente na área da Leya que adiei a aquisição para um futuro breve. E só depois reparei numa coincidência curiosa: todos estes livros têm músicos como autores. E músicos que não são só músicos e escritores: Byrne - formado numa escola de artes, no que foi e é uma tradição de muito rock anglo-saxónico (os seus Talking Heads, assim como os Doors, Velvet Underground, Pink Floyd ou Roxy Music saíram de escolas de design, artes plásticas ou cinema) - é também escritor, fotógrafo, realizador de cinema, editor... E, de regresso aos outros dois casos, Filipe Melo é pianista de jazz, realizador de cinema ("I'll See You In My Dreams", "Um Mundo Catita") e professor; enquanto Afonso Cruz é guitarrista dos Soaked Lamb, escritor, ilustrador e realizador de filmes de animação. Mas não estão sós como "novos homens do renascimento e músicos dos sete ofícios" na música portuguesa: relembre-se o caso do artista plástico João Paulo Feliciano, agora a tocar no Real Combo Lisbonense, que financiou a gravação do álbum dos Tina & Top Ten com o dinheiro de uma exposição sua no CCB (o disco era a banda-sonora da exposição). E outros: David Fonseca (também fotógrafo e realizador de clips), Tó Trips (dos Dead Combo; designer) ou Manuel João Vieira (cantor, pintor, actor e candidato à Presidência da República).




As guitarras portuguesas que se abrem ao mundo

O que é que une o jovem, mas já carismático, intérprete de guitarra portuguesa Ricardo Parreira, o novo grupo de "world music made in Portugal" Atma (na foto a capa do álbum de estreia) e os imediatamente bi-consagrados Deolinda? Passe a frase feita, aparentemente nada. Mas, ouvindo-se os três recentíssimos álbuns destes artistas, há muito mais a uni-los do que a separá-los. Vamos por partes... Parreira, depois de "Nas Veias de Uma Guitarra", um álbum em parceria com o mítico Fernando Alvim (o "viola" que acompanhou Carlos Paredes) em que homenageava mestres da guitarra portuguesa como Carlos Paredes, Artur Paredes ou Armandinho, editou agora um lindíssimo disco em que liberta a guitarra portuguesa dos jugos do fado e em que, muitas vezes, vai em busca de uma música tradicional rural - corridinhos, saias, romances, viras, um tema da Galiza... - em que a guitarra dialoga, emocionalmente, com outros instrumentos e outras vozes. O álbum chama-se "Cancionário" e é já um dos melhores deste ano. Os Atma, se bem que sem a mesma centelha de génio, vão ainda mais longe geograficamente no álbum "Com a Mesma Alma", e unem uma guitarra portuguesa quase ominipresente ao fado mas também à África moura e à África negra, às Índias orientais e ocidentais, ao flamenco e a outras topologias ciganas... E, finalmente, os Deolinda - sem guitarra portuguesa mesmo que ela se consiga imaginar lá muitas vezes, por entre as filigranas das outras cordas - assinam um segundo álbum, "Dois Selos e Um Carimbo", em que mais uma vez a música portuguesa (seja dos fados, das marchas ou do.... "Bellevue" dos GNR) abraça o mundo.

(Textos publicados no jornal "i" em Maio de 2010)

19 dezembro, 2011

Musidanças - Lusofonia À Solta no Cais do Sodré


Uma boa nova directamente pilhada do Crónicas da Terra:

«O Musidanças 2011, Festival das Artes do Mundo Lusófono, realiza-se este ano entre os dias 28 e 30 de Dezembro, no Musicbox do Cais do Sodré, Lisboa.

O Evento que promove as várias artes e sobretudo a música da lusofonia apresenta uma primeira noite “étnica” (quarta-feira, dia 28 de Dezembro) com o guineense Guto Pires, os angolanos Lindu Mona e a Orquestra Toca a Rufar de Rui Júnior.

Dia 29 de Dezembro, quinta-feira, é a noite dedicada ao reggae / hip hop com SamDavies e Urbanvibsz.

O Musidanças apresenta ainda dia 30 de Dezembro, sexta-feira uma noite “mística” com os portugueses Projecto Rurouni, Atma e Emmy Curl (na foto)»

Mais informações, aqui.

01 julho, 2010

MED de Loulé - Bregovic, Vieux e... A Música Portuguesa


A última edição do festival MED de Loulé voltou a registar vários enormes momentos de música. E, para além de grandes concertos de Goran Bregovic (um concerto em que dancei e fiz mosh, gritei e cantei, arrepiei-me e chorei com "Ederlezi"), Vieux Farka Touré (já liberto do fantasma do pai genial, a trilhar caminhos próprios mais próximos do rock e, agora, um fabuloso guitarrista) e Orchestra Baobab (os velhos embondeiros continuam de pé e a namorar-nos de uma forma cada vez mais sedutora e descarada), o MED teve como grande destaque deste ano o espaço e respeito que deu à música portuguesa, muita dela nova e arriscada. É a esse assunto que eu dedico a minha crónica de hoje no jornal "i" - edição online: http://www.ionline.pt/conteudo/67233-loule-e-musica-portuguesa -- e que aqui também transcrevo:

"No fim-de-semana passado tive a honra de encerrar como DJ - juntamente com o meu companheiro do Clube Conguito, Rodrigo Madeira - o MED de Loulé, um festival que está a crescer de forma sustentada em público, qualidade intrínseca de programação e prestígio internacional. E, o mais importante, a crescer na aposta que fez este ano em muitos nomes da música portuguesa, alguns já conceituados, outros novos. Do veterano Zeca Medeiros, que terá finalmente um álbum que lhe faz justiça no Outono, aos fabulosos Diabo na Cruz, que homenagearam, em rock, a Brigada Victor Jara e os Gaiteiros de Lisboa. Dos cada vez melhores (mais telúricos, complexos e misteriosos) Galandum Galundaina aos Orelha Negra, que vão à música negra americana mas transportam uma portugalidade intrínseca. Dos já quase consagrados, e muito justamente, Mazgani -- que resistiu galhardamente às interferências de um jack traiçoeiro (na foto) --, Anaquim e Virgem Suta aos prometedores Macacos do Chinês (há uma guitarra portuguesa no hip-hop!), Atma e Pucarinho. Para grande pena minha, não vi os Andersen Molière (tocaram à mesma hora que Goran Bregovic, que deu um dos melhores concertos que vi em toda a minha vida e não consegui arredar de lá pé), 3 Pianos (coincidiu com os Galandum Galundaina) e The Legendary Tiger Man (estava uma tal enchente que não consegui entrar no palco Castelo)".

03 agosto, 2009

Ritmos - Danças do Mundo Invadem Querença (Loulé)


A primeira edição do festival Ritmos decorre em Querença (Loulé), de 14 a 16 de Agosto. Do programa fazem parte concertos/bailes dos Atma (na foto), Monte Lunai e Cobblestones, entre outros, oficinas de danças de todo o mundo e, hermmmm, uma sessão de DJ por... António Pires. O comunicado oficial:


«A típica aldeia de Querença, no interior do Concelho de Loulé, vai ser palco da primeira edição do “RITMOS – Festival Internacional de Danças do Mundo”, nos dias 14, 15 e 16 de Agosto. Trata-se de um evento que pretende, acima de tudo, divulgar as danças do mundo, através de espectáculos, oficinas, workshops e muita animação.


A Dança é uma das maiores expressões culturais que um povo pode ter como montra das suas raízes e das suas transformações ao longo dos tempos. Tendo como ponto de partida a multiculturalidade desta forma de arte, serão propostas várias experiências aos visitantes do festival, envolvendo-os numa mística de convívio onde o movimento será o ponto de união. Daí surge o nome do evento - “RITMOS” - uma palavra cujo significado remete para uma experiência de cadência e de intensidade.


O “RITMOS” será, pois, um vasto aglomerado de experiências intensas que certamente irão apaixonar os visitantes deste festival. Quebrando fronteiras geográficas e barreiras culturais, o “RITMOS” terá vários tipos de danças, de todo o mundo. Das europeias mais antigas, às contemporâneas, passando pelas danças de Portugal, até a outros continentes, a mescla de movimentos será um convite a dançar. O público será, de resto, fundamental em todo este processo.



Mas o festival não se fica por aí. Não faltará animação de rua com grupos e trupes que farão as delícias de miúdos e graúdos. O artesanato estará também presente com diversas bancas, numa mostra de adereços intemporais e interculturais.


Papel igualmente importante terá a gastronomia. Num dos novos espaços da aldeia, prestigiados chefes de cozinhas farão diversas experiências gastronómicas que levarão o visitante a redescobrir as receitas de outros tempos.


A iniciativa irá decorrer no eixo central da aldeia. Tendo como centro o Largo da Igreja, as iniciativas vão estender-se entre a Casa do Povo local, passando pelo Largo da Igreja, até à nova Fundação Manuel Viegas Guerreiro.


Todo o espaço será das pessoas, estando vedado à circulação de veículos, permitindo assim viver em pleno a atmosfera que a aldeia em conjunto com o festival transmitirem.


A entrada é livre.


Sobre o Programa

As portas do “RITMOS” abrem às 18h00 e no primeiro dia, sexta-feira, 14 de Agosto, haverá um concerto com os portugueses Atma e também de uma outra banda a confirmar.


No sábado, dia 15, está prevista a realização de três oficinas abertas a todo o público: Danças Europeias, Tambor de Água e Tai Chi.


Em termos musicais as propostas da noite são o concerto e baile com os Monte Lunai, o projecto da capital que propõe uma redescoberta da dança e dos bailes tradicionais, e ainda um DJ Set com António Pires, jornalista e autor do “Raízes & Antenas”, um blog dedicado à chamada world music, música tradicional, étnica, folk e as suas margens e fusões. Está previsto ainda um outro nome a confirmar.


No encerramento do festival, domingo, dia 16, quem pretende aprender um pouco das danças irlandesas e do folk deste país poderá participar na oficina de Danças Irlandesas. As crianças poderão igualmente participar numa oficina de Dança Criativa para crianças



Do programa desta noite faz parte ainda a apresentação de um VJ e os concertos com os Tumbala, projecto original na área do funk, e concerto e baile com os Cobblestones, cujo repertório incide na música irlandesa».

23 dezembro, 2008

Re-Post: Melech Mechaya Encerram Digressão em Lisboa (E Ainda Há Mais Festarola a Seguir)


Só para refrescar a memória: os Melech Mechaya - aquela nobre instituição almadense de klezmer, música balcânica e surf-rock que semeia festas em todos os lugares onde toca - encerram a sua digressão de 2008 com um concerto no Santiago Alquimista, em Lisboa, dia 27 de Dezembro. E não vão estar sozinhos: na primeira parte terão os Atma - projecto de world music entendida de forma global e alargada - e, para «after-party», o DJ António Pires (pois...) promete, desde já, dar continuidade à festa. Os Melech Mechaya são João Graça (violino), Miguel Veríssimo (clarinete), André Santos (guitarra), João Sovina (contrabaixo) e Francisco Caiado (precussões) e, ainda antes do Santiago Alquimista, podem ser vistos dia 26 de Novembro no Teatro Municipal da Guarda.

27 outubro, 2008

Festival Musidanças no Tambor Q Fala


A edição deste ano do festival Musidanças decorre no Tambor Q Fala - o espaço do Seixal pertença do Tocá Rufar - nos dias 6, 7 e 8 de Novembro. E com um programa que inclui música e dança, claro, mas também performances, palestras e workshops. Entre concertos de música e dança mais tradicional, no oitavo Musidanças haverá igualmente lugar para o reggae, a soul, a fusão «global», o experimentalismo ou o hip-hop, constando do «cardápio» nomes como os de Mingo Rangel, Guto Pires, Lindu Mona (aka Firmino Pascoal, o mentor do Musidanças), Dama Bete (na foto), Black Bombain, Finka Pé, Atma, Mundo Complexo, Katharsis, Supa, Zuul Nation e Kaja Bucalho, entre outros. Mais informações, aqui.

03 julho, 2008

Boom Festival - Atear um Fogo Sagrado


De 11 a 18 de Agosto, em Idanha-a-Nova, na Beira Baixa, vai decorrer mais uma edição do Boom Festival. Com inúmeros palcos e actividades, o Boom - que começou por se dedicar essencialmente ao trance mas evoluiu depois para muitas outras áreas musicais e artísticas - tem este ano, no seu palco Sacred Fire, o espaço privilegiado para os concertos de world music e géneros colaterais. Segundo o press-release do festival, o Sacred Fire é «uma zona para concertos onde impera a world music. Mas a Sacred Fire é mais do que um palco. Integra-se numa área ajardinada por arquitectos paisagistas cujo objectivo é recriar jardins enquanto espaço de sociabilidade e contacto com a natureza. A par da beleza estética podem ouvir-se géneros musicais como rumba, afro-beat, funk, reggae ou folk e a participação especial de uma das bandas de culto em Portugal, os Blasted Mechanism». No palco Sacred Fire vão actuar os já referidos Blasted Mechanism (Portugal), 3ple-D (Holanda), Gocoo (Japão; na foto), Barcelona Afrobeat International Orchestra (Espanha), Atma (Portugal), Buritaca 200 (Colômbia), Charrascos da Citânia (Portugal), Jahmin (Portugal), Mu (Portugal), Napalma (Brasil), OCO (Portugal), Orquid Star (Reino Unido), Raspa (Espanha/América Latina), Shiva Sound (Espanha), Teresa Gabriel (Portugal), Terrakota (Portugal), Yemanjaz (Portugal), Wild Marmelade (Austrália) e Velha Gaiteira (Portugal). Todo o programa do festival - que integra ainda mais umas boas dezenas de nomes - e mais informações, aqui.