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05 agosto, 2008

Festival Bons Sons - Há Festa na Aldeia!


A aldeia de Cem Soldos, perto de Tomar, recebe nos dias 22, 23 e 24 de Agosto mais uma edição do Festival Bons Sons e com um cartaz de respeito, que faz justiça ao nome do festival: os brasileiros Pedra Branca, Munchen, Galandum Galundaina, Kumpa'nia Al-gazarra e o djing de Suuh & Pin Up Piracy (dia 22), Duo Sellium, Power Trio, o projecto musical e performativo «Sem Título Até Hoje...», O'QueStrada, Deolinda (na foto, de Menina Limão), Tora Tora Big Band com Rão Kyao e os DJs Athletic Cocktail (dia 23), Bombos de Lavacolhos, Grupo de Pauliteiros de Palaçoulo, Roncos do Diabo, Brigada Victor Jara e DJ Rubi Tocha (dia 24). O festival inclui ainda uma feira de marroquinarias, exposições e música para crianças, entre outras actividades. Mais informações, aqui.

04 dezembro, 2007

Blasted Mechanism, Terrakota, Tora Tora Big Band... Todos no Mundo Dakar


O Rally Dakar, organizado pelo Euromilhões, tem uma grande festa de apresentação marcada para este fim-de-semana, na zona ribeirinha de Santos, em Lisboa, transformada para o efeito num local «mítico» algures no deserto do Sahara, cheio de dunas, de camelos, de chá de menta, de tatuagens de hena, de comida do norte de África e de muitas músicas e muitos sons: concertos, no sábado, dia 8, com os Blasted Mechanism (na foto), Terrakota e Kumpa'nia Al-gazarra; e no domingo, dia 9, com a Tora Tora Biga Band, Orquestra de Jazz de Matosinhos e Led On (projecto de tributo aos Led Zeppelin). Em ambos os dias há sessões temáticas de DJing: «Músicas do Mundo» (com Raquel Bulha e, hermmmm, pois, António Pires) e «Rock do Asfalto ao Deserto» (com Luís Filipe Barros e António Freitas). O Mundo Dakar - assim se chama a iniciativa -, está aberto das 14h00 à meia-noite e inclui ainda uma exposição de motos, jipes e camiões participantes no Rally e outra de bólides clássicos.

07 setembro, 2007

Festa do «Avante!» - A Partir de Hoje, em Atalaia



A Festa do «Avante!» começa hoje, na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal, com uma excelente programação da qual demos conta, em parte, há algumas semanas e que aqui se repete (com alguns acrescentos lá mais para o fim do post). Ah, e é claro que o Raízes e Antenas publicará reportagem de muitos deles no início da próxima semana.

Auto-citando: Como atracções internacionais a Festa recebe a charanga romena Fanfare Ciocarlia, acompanhada por vários dos convidados que também participam no recente álbum «Queens and Kings», uma autêntica irmandade cigana: a diva Esma Redzepova (Macedónia), Jony Iliev (Bulgária), Kaloome (França) e Florentina Sandu (a neta de Nicolae Neacsu, dos Taraf de Haidouks; Roménia); do Mali - e de outros lugares do antigo império mandinga - chegam o mestre da kora Toumani Diabaté (na foto, de Mário Pires) e a sua Symmetric Orchestra; de Inglaterra vêm os veteranos do folk-rock Levellers; e dos Estados Unidos os blues do colectivo Chicago Blues Harp All Stars. No jazz, o destaque vai para o projecto Carlos Bica & Azul (em que o contrabaixista português é acompanhado pelo guitarrista alemão Frank Mobus e o baterista norte-americano Jim Black, grupo que protagonizou um dos melhores momentos - juntamente com o DJ Ill Vibe - do recente FMM de Sines), os Telectu (com Vítor Rua e Jorge Lima Barreto a serem acompanhados pelo baterista holandês Han Bennink e e o manipulador de electrónicas italiano Walter Pratti), o projecto In Loko de Carlos Barretto, o Sexteto de Mário Barreiros, o quarteto do contrabaixista Matt Pavolka e a cantora Jacinta (interpretando canções de José Afonso). Também a cantar José Afonso estarão o grupo luso-brasileiro Couple Coffee e a fadista Cristina Branco. Fado que terá uma noite especial com a presença de Ricardo Parreira e Fernando Alvim, Raquel Tavares, Chico Madureira, Aldina Duarte e Rosa Madeira, e ainda alguns «desvios» através dos Deolinda e do projecto In-Canto (de Luísa Amaro e Miguel Carvalhinho). Uma homenagem a Adriano Correia de Oliveira pela Brigada Vítor Jara e o cantor Manuel Freire, o super-grupo Sons da Fala - que reúne Sérgio Godinho (Portugal), Vitorino Salomé (Portugal), Tito Paris (Cabo Verde), Janita Salomé (Portugal), Luanda Cozetti (Brasil), Juka (São Tomé e Príncipe), André Cabaço (Moçambique), Guto Pires (Guiné Bissau) e Quikkas (Angola) e concertos especiais dos Blasted Mechanism (com o guitarrista António Chaínho e a Kumpa'nia Al-Gazarra como convidados) e a Tora Tora Big Band (reforçada pelas vozes de Milton Gulli, André Cabaço e Kika Santos) são mais alguns dos momentos de grande interesse da Festa. O rock dos Blind Zero, dos Peste & Sida e dos Anti-Clockwise, o rap de Chullage e de Sam The Kid, o projecto KoraSons (liderado pelo guineense Ibrahima Galissá, na kora, e o dinamarquês Mads Hoff, na guitarra), o super-grupo de música tradicional Quatro ao Sul (que reúne Rui Vaz e José Manuel David, dos Gaiteiros de Lisboa, com José Barros, dos Navegante, e Pedro Mestre), o grupo de versões de música de intervenção TriVenção e o Low Budget Research Kitchen (banda de tributo a Frank Zappa) também já estão confirmados no menu musical da Festa do «Avante!» deste ano. Um luxo.

E como acrescentos, alguns deles importantes, feitos nas últimas semanas: o novo grupo lisboeta que mistura folk e música antiga Tanira; os Pauliteiros de Miranda; a folk experimental dos albicastrenses Cibo Mosari; os ritmos latino-americanos dos lisboetas Los Cubos; o afro-beat dos portuenses Tchakare Kanyembe; os Tíbia (gaita-de-foles); o espectáculo Redondo Vocábulo com João Afonso e João Lucas; o reggae e outras músicas dos Black Bombain (de Alverca); e o klezmer dos almadenses Melech Mechaya. A descobrir...

04 agosto, 2007

Festa do «Avante!» - Com Levellers, Fanfare Ciocarlia, Toumani Diabaté...



Falta pouco mais de um mês para a Festa do «Avante!» e o programa já está quase todo completo, pelo menos o dos palcos principais. E um programa que inclui algumas belíssimas surpresas, à semelhança do que já tinha acontecido o ano passado, estando assim a Festa - que decorre dias 7, 8 e 9 de Setembro, mais uma vez na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal - a regressar aos tempos áureos dos anos 70 e 80. Veja-se só: como atracções internacionais a Festa recebe a charanga romena Fanfare Ciocarlia (na foto), acompanhada por vários dos convidados que também participam no recente álbum «Queens and Kings», uma autêntica irmandade cigana: a diva Esma Redzepova (Macedónia), Jony Lliev (Bulgária), Kaloome (França) e Florentina Sandu (a neta de Nicolae Neacsu, dos Taraf de Haidouks; Roménia); do Mali - e de outros lugares do antigo império mandinga - chegam o mestre da kora Toumani Diabaté e a sua Symmetric Orchestra; de Inglaterra vêm os veteranos do folk-rock Levellers; e dos Estados Unidos os blues do colectivo Chicago Blues Harp All Stars. No jazz, o destaque vai para o projecto Carlos Bica & Azul (em que o contrabaixista português é acompanhado pelo guitarrista alemão Frank Mobus e o baterista norte-americano Jim Black, grupo que protagonizou um dos melhores momentos - juntamente com o DJ Ill Vibe - do recente FMM de Sines), os Telectu (com Vítor Rua e Jorge Lima Barreto a serem acompanhados pelo baterista holandês Han Bennink e e o manipulador de electrónicas italiano Walter Pratti), o projecto In Loko de Carlos Barretto, o Sexteto de Mário Barreiros, o quarteto do contrabaixista Matt Pavolka e a cantora Jacinta (interpretando canções de José Afonso). Também a cantar José Afonso estarão o grupo luso-brasileiro Couple Coffee e a fadista Cristina Branco. Fado que terá uma noite especial com a presença de Ricardo Parreira e Fernando Alvim, Raquel Tavares, Chico Madureira, Aldina Duarte e Rosa Madeira, e ainda alguns «desvios» através dos Deolinda e do projecto In-Canto (de Luísa Amaro e Miguel Carvalhinho). Uma homenagem a Adriano Correia de Oliveira pela Brigada Vítor Jara e o cantor Manuel Freire, o super-grupo Sons da Fala - que reúne Sérgio Godinho (Portugal), Vitorino Salomé (Portugal), Tito Paris (Cabo Verde), Janita Salomé (Portugal), Luanda Cozetti (Brasil), Juka (São Tomé e Príncipe), André Cabaço (Moçambique), Guto Pires (Guiné Bissau) e Quikkas (Angola) e concertos especiais dos Blasted Mechanism (com o guitarrista António Chaínho e a Kumpa'nia Al-Gazarra como convidados) e a Tora Tora Big Band (reforçada pelas vozes de Milton Gulli, André Cabaço e Kika Santos) são mais alguns dos momentos de grande interesse da Festa. O rock dos Blind Zero, dos Peste & Sida e dos Anti-Clockwise, o rap de Chullage e de Sam The Kid, o projecto KoraSons (liderado pelo guineense Ibrahima Galissá, na kora, e o dinamarquês Mads Hoff, na guitarra), o super-grupo de música tradicional Quatro ao Sul (que reúne Rui Vaz e José Manuel David, dos Gaiteiros de Lisboa, com José Barros, dos Navegante, e Pedro Mestre), o grupo de versões de música de intervenção TriVenção e o Low Budget Research Kitchen (banda de tributo a Frank Zappa) também já estão confirmados no menu musical da Festa do «Avante!» deste ano. Um luxo.

17 maio, 2007

Blasted Mechanism, Terrakota, Tora Tora Big Band - Fusão, Fusão (Sem Confusão)



Uns vão mais ao rock e às electrónicas, outros mais ao reggae, outros mais ao jazz, mas estes três grupos portugueses (ou de músicos de variadíssimas nacionalidades radicados em Portugal) têm sempre muitas outras músicas deste mundo como elementos fundamentais da sua música, nela integrados com propriedade e saber. E, diga-se, também por isso são dos melhores grupos musicais que existem no nosso país. Para conferir em disco e, ainda mais, nos fabulosos concertos que todos eles - os Blasted Mechanism, os Terrakota (na foto) e a Tora Tora Big Band - dão.


BLASTED MECHANISM
«SOUND IN LIGHT»
Toolateman/Universal Music Portugal

Já não é novidade para ninguém que os Blasted Mechanism são uma das mais amadas e acarinhadas bandas, digamos, rock, em Portugal, donos de um culto e de uma paixão que arrasta atrás de si dezenas de fãs por todo o lado. A sua história, já com cerca de quinze anos, é feita de uma música híbrida, excitante, verdadeira (e verdadeira mesmo quando se possa pensar em eventuais «artifícios» como os fatos ou as encenações), que já os levou a milhentos caminhos musicais, do rock ao trance ou à música balcânica; de uma mensagem que faz, sempre, as pessoas pensar (por muitos mistérios e esoterismos que contenha); de uma ideia global de música, imagem, palavra e ideologia. Uma arte global. E «Sound in Light», o novo álbum, é mais um capítulo daquela que, esperamos, seja a «never ending story» dos Blasted. Neste álbum - e falando apenas do CD «oficial», não do segundo que é possível descarregar da net -, os BM apuram, com subtileza e «savoir faire», vários caminhos já trilhados e avançam por alguns outros, fundindo coerentemente rock tribal e charangas balcânicas, banghra e punk, glam e guitarra portuguesa, som mestiço e rock progressivo, transes hipnóticos, dub, psicadelismo, shoegazing e variadíssimos delírios globais. E, ainda por cima, se garimparmos bem pelo meio dos arranjos quase «wall of sound» de cada tema, encontraremos, sempre, grandíssimas canções! (9/10)


TERRAKOTA
«OBA TRAIN»
Gumalaka/Matarroa

Grupo-irmão (ou, pelo menos, primo) dos Blasted Mechanism - alguns dos Terrakota estiveram no início dos Blasted, o novo álbum foi gravado no Toolateman, estúdio pertença dos BM, e os dois grupos partilham o mesmo engenheiro-de-som (Dominique Borde) -, os Terrakota assinam em «Oba Train», o seu terceiro álbum oficial, o melhor disco que alguma vez fizeram. Em «Oba Train» a música dos Terrakota está mais encorpada, coerente, realista (no sentido de «mais próxima das realidades musicais que visitam»), riquíssima em variações, nuances e inesperadas misturas. E com um cada vez maior domínio dos muitos instrumentos «étnicos» que os músicos tocam e da voz (nunca Romi cantou tão bem como neste disco!). Sempre com uma fortíssima carga política e interventiva nas suas canções (que falam de corrupção, emigração, racismo... e em variadíssimas línguas), os Terrakota viajam por variadíssimos territórios musicais, muitas vezes unindo dois ou mais continentes diferentes: salsa, música mandinga, som mestiço, hip-hop (com a ajuda de Ikonoklasta, do Conjunto Ngonguenha, e Conductor, do Conjunto Ngonguenha e dos Buraka Som Sistema), uma sitar a dar colorações indianas, a utilização de separadores-unificadores (à maneira de Manu Chao ou Radio Zumbido), gnawa, flamenco, variadíssimo ritmos jamaicanos (com o inesperado U-Roy a «toastar» num tema) e africanos, etc, etc... Uma viagem que é de viajante e não de turista - e acho que se percebe perfeitamente qual é a diferença. (9/10)


TORA TORA BIG BAND
«TORA TORA CULT»
Music Mob


E mais um raccord, óbvio, entre estas três bandas: o italiano Francesco (contrabaixo) e os portugueses Davide (bateria) e Junior (percussões) são peças fundamentais dos Terrakota e da... Tora Tora Big Band, um colectivo transnacional que ainda integra músicos vindos do Brasil, Alemanha, Dinamarca e Estados Unidos. São seis nações e doze músicos, mas os números ainda se inflacionam mais se às contas juntarmos os convidados presentes em «Tora Tora Cult», o segundo álbum do colectivo, e as músicas por onde eles passam. Quase todos com escola feita no jazz - e o nome de família Big Band não engana -, a Tora Tora Big Band não se fecha no swing que a designação indicia (embora haja swing e outras formas de jazz com fartura) e abre-se convictamente a outras músicas. Mais global ainda do que o álbum de estreia, homónimo, o novo álbum da TTBB leva-os do jardim do Éden a vários «jazzes» (como o jazz de fusão à Herbie Hancock, com uma «mano» dada pela espanholíssima cantora Silvia, dos Bad Lovers & Hysteria Ibérica) e também à música brasileira («Velho Samba», com a cantora Kika Santos, que também «protagoniza» o fabuloso «Elephants Run»), ao reggae, à música africana (com o cantor moçambicano André Cabaço a brilhar em «Moca Man»), a uma milonga fumarenta, uma valsa saída do Metro do Martim Moniz e remisturas electrónicas, no disco-bónus, a dar um final feliz a isto tudo. (9/10)

Nota: o concerto de lançamento do álbum dos Terrakota é na Aula Magna, em Lisboa, dia 31 deste mês.

28 novembro, 2006

«Acorda!» - 60 Bandas Portuguesas em MP3


Quase a caminho de Aveiro para o Sons em Trânsito (ver programação mais em baixo, neste blog, sff) aqui deixo o alerta para aquele que deve ser o disco português mais barato de sempre. Por uns míseros sete ou oito euros estão na colectânea «Acorda!» sessenta - sessenta! - grupos e artistas portugueses, cada um representado por duas canções. De todos os géneros, latitudes musicais e feitios. A selecção dos grupos esteve a cargo de Henrique Amaro (da Antena 3), o melhor divulgador de música portuguesa desde há muitos anos. E o resultado da venda reverte para a Pediatria do Instituto Português de Oncologia em Lisboa.

VÁRIOS
«ACORDA!»
Cobra Discos/Antena 3

Espelho panorâmico, alargado, riquíssimo, de muita da nova música que se faz em Portugal, a colectânea «Acorda!» integra projectos que vão da folk ao noise, do experimental ao punk, da pop ao reggae, do afro-beat ao jazz, do pós-rock ao hip-hop, do electro ao metal... Um apanhado sem fronteiras nem preconceitos, em MP3, de modo a caber muita informação, e tão boa que ela é... A pop infectada por Sérgio Godinho dos maravilhosos Ovo, o kuduro estilizado e novíssimo dos Buraka Som Sistema, a folk descarnada e bela de Old Jerusalem, o afro-funk-reggae-rap dos Nigga Poison e ecos de música agolana na modernidade excitante de Coca o F.S.M., o afro-beat dos Cacique'97, a explosão klezmer-Balcãs-Ena Pá 2000 da Kumpa'nia Al-gazarra (na foto), o reggae dos Sativa, One Sun Tribe e de Freddy Locks, o rock-globe-trotter dos Houdini Blues, a charanga de coreto/surf em ácidos dos Fat Freddy, o jazz infectado por muitas outras músicas da Tora Tora Big Band, a alt-country/free-folk indíssima dos Partisan Seed, a memória de muita MPB e MPP n'O Projecto É Grave, o inesperado (e tão bom!) electro-rocksteady-hip-hop dos Cartell 70, os ecos de fado, Durutti Column e António Variações nos surpreendentes Novembro, os blues de mais uma boa surpresa, The Soaked Lamb, o divertimento e a liberdade nos instrumentos de brincar dos Munchen, o rock livre (com Herbie Hancock, John Zorn e... klezmer lá dentro) dos Gnu... E ainda: 2008, 1 Uik Project, Alex Fx, At Freddy's House, Camarão & Dk, Electric Willow, Erro!, Frequency, GaiaBeat, Genius Loki, Green Machine, Hiena, Intermission, L-Hyo, Linda Martini, Mazgani, Micro Audio Waves, Monstro Mau, Nicorette, Nuno Prata, Oddawn, Orangotang, Rock Group Tiger, Rocky Marsiano, Sagas, SAMP, Sir Scratch, Sizo, Soma, SP&Wilson, Spartak!, StereoBoy, Tatsumaki, The Boy With the Broken Leg, The Ultimate Architects, The Weatherman, Veados com Fome, Vicious 5 e Woman in Panic - e espero não ter saltado nenhum... (9/10)

(o álbum pode ser pedido à cobrança na Cobra Discos, aqui)