27 maio, 2014
Tantas Festas Tem o Festim!
O Festim 2014 está quase a começar. E, mais uma vez, com uma selecção excelente de alguns dos melhores representantes das músicas do mundo. Veja-se:
«6 municípios vizinhos, 7 grandes nomes das músicas do mundo, 16 concertos
Richard Galliano abre, a 6 de Junho, a 6ª edição do Festim!
O acordeonista Richard Galliano abre o Festim a 6 de Junho, em Águeda.
De 6 de Junho a 25 de Julho, Richard Galliano (França; na foto), Yves Lambert (Canadá), Bollywood Masala Orchestra (Índia), Coetus (Espanha), Fanfare Ciocarlia (Roménia), The Skatalites (Jamaica) e Mehdi Nassouli (Marrocos) passam pelos municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Ovar, Estarreja e Oliveira do Bairro, num total de 16 concertos em rede, no incomparável cartaz da 6ª edição do Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo.
O Festim tem a honra de abrir a sua 6ª edição com Richard Galliano, num concerto único no Espaço d'Orfeu, em Águeda, no dia 6 de Junho. O acordeonista francês teve o mérito universal de abordar linguagens musicais pouco usuais para o acordeão, nomeadamente o jazz e a música clássica. No Festim, levar-nos-á por uma viagem musical à chanson française, à musette e também ao tango, género que tão intimamente partilhou com Piazzolla.
Ao longo dos seguintes fins-de-semana, num mínimo de dois concertos por grupo, a programação do Festim 2014 distribui-se pelas salas da região, como o Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha), o Centro das Artes e do Espectáculo de Sever do Vouga, o Cine-Teatro de Estarreja e o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol (Oliveira do Bairro), bem como espaços ao ar livre: Parque Urbano (Sever do Vouga), Largo 1º de Maio (Águeda), Praça da República (Ovar) e Praia de Esmoriz (Ovar).
Com um singular modelo de programação em rede, numa parceria intermunicipal que envolve os Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Ovar, Estarreja e Oliveira do Bairro, juntamente com o apoio oficial da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes, o reconhecimento desta iniciativa da d'Orfeu Associação Cultural consolida-se cada vez mais como uma imagem de marca da região, tanto pela programação ímpar de artistas de projecção internacional, como pela crescente conquista e fidelização de públicos oriundos de diversas zonas do país. Igualmente a nível internacional, o Festim assume a sua marca, sendo o único membro português da rede europeia “European Forum of Worldwide Music Festivals”,
Toda a programação do Festim 2014 encontra-se disponível em http://www.festim.pt/, sítio oficial do festival. De 6 de Junho a 25 de Julho, é tempo de um grande Festim!
http://www.festim.pt/
http://www.facebook.com/dorfeu.festim
6 Junho a 25 Julho 2014 | 6ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA
OVAR * ESTARREJA * OLIVEIRA DO BAIRRO
Richard Galliano (França)
Yves Lambert (Québec, Canadá)
Bollywood Masala Orchestra (Índia)
Coetus (Espanha)
Fanfare Ciocarlia (Roménia)
The Skatalites (Jamaica)
Mehdi Nassouli (Marrocos)
http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC»
12 maio, 2014
Chambao, Ricardo Ribeiro e Diabo na Cruz no Festival Sons do Atlântico
O Festival Sons do Atlântico está de regresso, com concertos de Vicente Amigo, Chambao (na foto), Ricardo Ribeiro, Diabo na Cruz, Souls of Fire e Kumpania Algazarra, entre outros. O comunicado: «
Festival Sons do Atlântico
Ferragudo Lagoa Algarve
22 a 24 de Maio 2014
O Festival Sons do Atlântico, voltou em 2014 com uma nova localização e novas datas. O Festival vai decorrer de 22 a 24 de Maio, na bela vila piscatória de Ferragudo, Lagoa, Algarve.
Neste ano de 2014 em que o executivo da Câmara Munícipal de Lagoa dedicou ao mar, o Festival Sons do Atlântico ganhou uma nova envolvência e procurou incorporar no conceito de festival de world music, além da descoberta de novas realidades culturais e musicais a reaproximação da população ao mar e às actividade smarítimo-económicas.
Estando o mar tão presente na cultura gastronómica e económica desta região, merece ser celebrado e desta forma no festival além da vertente musical, iremos ter uma componente gastronómica e uma amostra representativa das actividades marítimas.
Contamos com a presença de pescadores da pesca tradicional com as suas lides e de operadores de marítimo-turisticas com as suas ofertas das belezas da costa Algarvia.
Este ano o Festival Sons do Atlântico apresenta um cartaz bastante eclético, contandocom dois palcos no recinto, um dedicado a novos projectos emergentes do panorama nacional e a projectos regionais e o outro que irá contar com nomes como:
Dia 22 deMaio: Ricardo Ribeiro (fado) e Diabo na Cruz( PALCO 1)
Al- Fanfare, Silvia Nazário (Bossa e outras Novas) (PALCO 2)
Dia 23 de Maio: Souls of Fire e Chambao (Espanha) (PALCO 1)
Os Artesãos da Musica OrBlua I.Rick DJ (roots/dub/revival) Palco 2
Dia 24 deMaio: Vicente Amigo (Espanha) e Kumpanhia Algazarra,
Mawtas do Namibe, Luis Galrito e os Canto Livre, Batida Balcanica.
22 de Maio Palco 1
Ricardo Ribeiro
Conviveu com o Fado desde muito novo,ouvindo grandes fadistas da época que se tornaram as suas referências: Fernando Maurício, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Manuel Fernandes, Adelino dosSantos (Guitarra) e José Inácio (Viola) entre outros.
A partir de 2001 recebe convites paraparticipar em festivais nacionais e internacionais de música: “Alu-Casa daatriz Maria Casares”, “Badasom”, “Vocal Jazz Festival Crest”, “Festival deGuitarra de Córdoba”, “Festival de Guitarra de Santo Tirso”, entre outros.
Em 2004 foi editado pela CNM –ColeçãoAntologia o seu primeiro álbum com o nome “Ricardo Ribeiro”, que conta com acolaboração do guitarrista José Manuel Neto, Jorge Fernando e Marino deFreitas. Participou no “Tributo a Amália Rodrigues” –da editora WorldConection, no mesmo ano.
Aolongo destes anos, tem participado nos discos de nomes grandes da MúsicaPortuguesa como: Rui Veloso, Simone de Oliveira, Pedro Joia, Rão Kyao, João Gile Carlos do Carmo.Colaborou nos espetáculos de homenagem aos grandes fadistasFernando Maurício, Fernanda Maria, Argentina Santos, Rodrigo e Anita Guerreiro.
Em2013, Ricardo editou pela Warner Music Portugl “ Largo da Memória”, quarto cd esucessor de “Porta do Coração”, que em 2012 chegou a Disco de Ouro. Este novocd do jovem fadista recebeu os mais rasgados elogios por parte da críticaespecializada e do público.
Emfevereiro deste ano, Ricardo Ribeiro viajou a Nova Iorque e com Pedro Jóiaesgotou o Elebash Center, do Cuny Graduate Center, em plena 5ª Avenida. Estaparceria foi escolhida para o World Music Series desta instituição.
RicardoRibeiro. Uma das maiores vozes do panorama musical!
http://www.ricardoribeiro.pt/ http://www.youtube.com/user/RicardoRibeiroTV www.myspace.com/ricardoribeirofado
22 deMaio Palco 1
DIABO NA CRUZ
VIDA DE ESTRADA
Os Diabo na Cruz são a harmonia perfeita entre o rock‘n roll e a tradição popular portuguesa! Formados pelo músico independenteJorge Cruz, os Diabo na Cruz incorporam também músicos experientes comoBernardo Barata, João Pinheiro, João Gil, Manuel Pinheiro, Sergio Pires. Esteforte alinhamento aperfeiçoou a fórmula de combinar uma base de rock ‘n rollcom a tradição oral portuguesa bem como instrumentos populares. O resultado éum som único que irá certamente inspirar outros músicos portugueses a arriscar!
Vida de Estrada é sobre avida portuguesa na actualidade, por um lado, e sobre o Diabo na Cruz, poroutro. É sobre as vidas que todos levamos, sobre o que nos ocupa, o que nosdistrai, o que nos consome. Mas é também o nosso regresso, enquanto Diabo naCruz, à nossa vida que é a Vida de Estrada.
Toda a gente precisa de umescape. Toda a gente precisa de encontrar um motivo que seja só seu, precisa dese sentir livre, de se sentir capaz. Para nós, no Diabo na Cruz, esse motivo éesta banda, esta paixão pelo país e pela sua musicalidade. Às portas doterceiro disco, o motivo é também o privilégio de partilharmos esta música compúblicos tão distintos, de sensibilidades tão díspares.
Regressamos à Vida deEstrada para nos reencontrarmos com os nossos seguidores, para nosapresentarmos a quem ainda não nos conhece e para anunciar que podem contar comum álbum em 2014 recheado daquilo que o Diabo na Cruz sabe fazer.
www.diabonacruz.com/ https://www.youtube.com/watch?v=u_pTxVY3s60https://www.youtube.com/watch?v=cHY75iTborA
23 de Maio - Palco 1
Souls ofFire
A história de Souls of Fire conta já commuitos capítulos ao longo de 10 anos de existência. Com os primeiros encontrosem 2000, a vontade de dar maior voz ao reggae nacional levou o grupo a formaruma banda. Desde o início, até ao presente, os anos foram passando, assim comovários membros, amigos, lugares e muitas palavras que se traduziram emaprendizagem. Todos deixaram a sua marca e contributo, e assim se construiu umcaminho com base na partilha de música e palavras de união.
Com3 álbuns editados (Comunicar-2006, Subentender-2009 e Pontas Soltas-2012),Souls of Fire trazem na bagagem muitos concertos por todo o país e a sorte deter tido encontros com as maiores influências da banda, tais como: The Wailers,Alpha Blondy, I Jahman, Groundation, Ponto de Equilíbrio, Skatalites, DonCarlos, The Gladiators, Black Uhuru, Natiruts, Gentleman, entre muitos outros.
Hoje,Souls of Fire mantêm a chama acesa com a fé e a persistência de que todos osdias são bons para escrever um novo capítulo.
https://www.facebook.com/soulsoffire http://www.soulsoffire.pt
23 de Maio Palco 1
Chambão
Pode um clássico como “Ai estás tu”, soar completamente novo?
Aresposta afirmativa é uma das inúmeras surpresas que encerra, o álbum 10 Años Around The World, album de aniversário em queo grupo Chambao, revê e renova o seu reportrio, mais emblematico com remixese colaborações de artistas derenome celebrando dez anos de carreira.
Cumprida uma decada desde a explosão com o que veio a ser chamado, flamencochill, uma decada em que o grupo malaguenho, desenvolveu uma musica unica, quemarcou a tendencia no panorama musical espanhol. Passando fronteiras e alcançandoreconhecimento internacional.
É um novo capitulo de uma banda que emergio noprincipio da passada decada, e queapartir de 2005, é liderada porLamari.
Em 2002 estrearam com o album Flamenco chill ondeDaniel Casañ, Eduardo Casañ y Henry Takkenberg ajudaram na criação e produção deste estilo. Mas o nome do primeiro album era uma definição do estilo da mistura de flamencocom musica electronica e chill out, que renova os conceitos musicais da época.
Em 2003 ela lança o seu primeiro album a solo,“Endorfinas en la mente” com a produção de Bob Benozzo que tambem participa no album Pokito apoko (2005), é com ele que Lamari continua seu projecto a solo.
O seu trabalho seguinte Con otro aire (2007), buscou influencias em sons etnicos sem renunciar à sua forte raiz Mediterrânica. Em 2009 lançou Chambao En el fin del mundo um albumgravado ao vivo no glaciar Argentino Perito Moreno, construido com melodias cativantes que se misturam com toquesde poesia.
Em 2012 lança o album Chambao um album que capta oespirito do grupo em toda a sua riqueza de sons.
São dez anos de grande musica que agora se extende aeste album lançado em 2013. Mais Chambao que nunca.
http://www.chambao.es/en/home.php
24 de Maio Palco 1
Vicente Amigo
Vicente Amigo é hoje um dos grandes mestres da guitarra flamenca.
Em 2013 lançou seu sétimo álbum, "Terra", que apresenta o músico Cordovan de uma forma mais global e menos virado para o flamenco ortodoxo, mas sempre cominspiração e virtuosismo que o caracterizam.
Rodeado por músicos de alto nível e membros do Dire Straits e banda de música britânicacelta Capercaillie. Álbum produzido por Guy Fechner.
Ele é considerado um dos artistas mais virtuosos no activo de sua geração. Pesquisador incansável das possibilidades estéticas e sonoras da guitarra flamenca. A sua música agrada a todos.
Em 1988,ele decidiu começar sua carreira solo, faz a sua apresentação no FestivalNacional del Cante de las Minas de la Unión, vencendo o primeiro premiodo concurso de guitarra ‘Bordón minero’.
A sua consagração como a primeira figura de guitarra flamenca acontece em maio de1989, vencendo por unanimidade, o concerto de guitarra Prêmio Ramón Montoya no XII National Flamenco Art Córdoba.
A partirdaí, é incrível a sua progressão e reconhecimento dentro e fora do país, dentroe fora do flamenco.
Em 1991, compartilha com Paco de Lucia a apresentação do seu trabalho de flamenco "Legends of theGuitar" nos principais festivais internacionais. Com seu trabalho sologanhou vários prêmios, incluindo o prêmio de flamenco 'Music Awards' ou umGrammy em 2001 por "Cidade de Ideias".
Nadiscografia de Vicente Amigoencontramos "De mi corazón al aire" (1991); "Vivenciasimaginadas" (1995) ; "Poeta" (con la Orquesta de Córdoba y orquestaciónde Leo Brouwer, originalmente llamado "Concierto flamenco para un marineroen tierra" inspirado en la obra de Rafael Alberti; "Ciudad de lasideas" (2000) y "Un momento en el sonido" (2005), y “Paseo deGracia” (2009).
Estescd’s e a estética musical não só no palco, mas de toda a equipe fez o seupúblico ser muito variado, tanto em idade e gosto musical ou tradição.
https://www.facebook.com/VicenteAmigooficial
KUMPANIA ALGAZARRA
Ede repente, a música desce à rua e a festa acontece!
Estasonora algazarra vagueia pelas músicas dos cinco continentes, transformando ossons em que toca numa festa ambulante, ao estilo das fanfarras europeias.Saltimbancos, filhos da estrada e do vento, músicos em folia permanentesubmergidos num cocktail de música animada, as suas combinações de notasmusicais formam um rendilhado de culturas, onde estão presentes, de formaconjugada ou separada, os sons balcânicos, árabes, latinos, africanos, o ska,o funk e o hiphop, entre outros.
OsKumpania Algazarra surgem em 2004 pelas ruas de Sintra, inspirados pela energiada folia e boa disposição, e levam consigo um percurso bastante animado.Nesse mesmo ano já estavam a tocar no palco principal do Festival Andanças ea fazer vibrar por quem lá passou.
Em2005 gravam o seu primeiro EP e daí partem à aventura. A caravana animaPortugal de lés-a-lés e inclusive parte para o desconhecido mundo exterior,passando por Espanha, Itália e uma tournée na Eslovénia.Entretanto era altura de deixar um legado dos anos passados na estrada e eisque surge em Fevereiro de 2008 o lançamento do seu primeiro trabalho deoriginais com nome homónimo. Ainda em 2008 vencem o Mercè a Banda, concursointernacional de bandas de rua das Festas de La Mercè, em Barcelona.
Daísaltam para os grandes palcos na Festa do Avante, Optimus Alive, SuperBock SurfFest, Sudoeste, Festival de Músicas do Mundo de Sines e muitos mais. A nívelinternacional passam por países como Espanha, Holanda, Bélgica, Inglaterra,Suíça, entre outros. Em 2010, foram convidados para representar Portugal nosEncontros Culturais de Língua Portuguesa no Rio de Janeiro.
Pelocaminho, muitos são os DJ e produtores interessados em misturar esta algazarrae surge a ideia de fazer o Kumpania Algazarra Remix (2010), ou seja, asmúsicas do primeiro CD remisturadas em vários estilos. Xoices, Inner G, Womanin Panic, Ovelha Negra, Sam the Kid, Beat Laden, Yanus e os Breakfast Djs fazempura alquimia, transformando o som orgânico da Kumpania em algo fresco paranovas pistas e novas danças.
Apassagem pelo Festival de Músicas do Mundo de Sines em 2011 ficou marcada pelolançamento de um EP ao vivo, lançado pela Optimus Discos.
Palco 2
al- fanfare WORLD STREET MUSIC BAND
abertura do festival dia 22 de Maio
no centro da vila e no palco
WORLDMUSIC ( BALKAN BRASS, KLEZMER & OTHERS )
AAl-Fanfare. O que é!? Pois bem, basicamente é uma banda musical de animação derua, composta por sopros e percussão, cujos músicos são profissionais eamadores originários da região algarvia, Baixo-Alentejo e até da distanteRepública da Moldávia.
Opropósito!? Ora, é simples - animar todo o tipo de eventos culturais epopulares através de distintos géneros sonoros, desde temas do panoramaTRADICIONAL / FOLK ao universo da DIXIELAND, POP-ROCK, SONS LATINOS, MÚSICA DEDANÇA, COMERCIAL, BALKAN BRASS, enriquecidos com muito improviso, movimento,interação, originalidade e folia.
Silvia Nazário Quarteto com o
projecto Bossa & Outras Novas dia 22 de Maio
Bossa & Outras Novas
SilviaNazário quarteto
A fiel BossaNovae os seus encantos e encontros,
com a origem, com asinfluências, coma essência :
O mar, o Sol, o Céu... Osom, desdeJobim aos Índios Suruís.
Não esquecendo os novoscompositoresque continuama a alimenta-la,
pois mais que um estilo, éummovimento...
Balanço é o temperoprincipal desta bossasempre nova.
SilviaNazário - Voz
VictorZamora - Piano
ClaudioKumar- Guitarra Acústica
Os Artesão da Musica dia 23 de Maio
Os Artesão da Musica dia 23de MaioArtesãos da música: 3 artesãosde diversas partes do país criaram um projeto musical em que tocam repertóriotradicional com instrumentos feitos por eles. Sarroncas, rabecas do diabo,violas de lata ocarinas canas rachadas.
ORBLUAACTUAM DIA 23 DE MAIO UMA DAS BANDAS QUE VAI REPRESENTAR O ALGARVE ESTE ANO
OrBlua éum projecto criado em 2011 com músicos provenientes de diferentes universosmusicais. Em palco 3 músicos utilizam uma panóplia de instrumentos, acústicos,tradicionais, étnicos, para recuar no passado, viver o presente e imaginar ofuturo. Um espaço onde se cruza o tradicional, o contemporâneo e oexperimentalismo.
Comum reportório de temas originais, os OrBlua conseguiram criar uma sonoridadeúnica que cheira a Algarve, a mar, a serra, a mediterrâneo, a Europa, a mundo.E também uma sonoridade que recolhe cheiros, cores, histórias, memórias,paisagens e sonhos.
orblua@yahoo.com| www.facebook.com/orblua |www.youtube.com/user/orblua
Formação:
InêsGraça – voz, bouzouki, guitarra, baixo, concertina, canarachada, violoncelo
NunoMurta – cabaça de água, adufe, darbouka, glockenspiel,percussões variadas
CarlosNorton – voz, gaita de foles, gralha, banjo, harpa, bodhrán,piano, melódica, concertina,
duduk,sanfona, loop station RB
Mwatas do Namibe musica de Angola dia 24 de Maio
“Mwatas do Namibe” .... Duo formado pelos MúsicosZé Manel Martins(Voz/Violão) e João Ferreira(Percussão); Ambos naturais daCidade do Namibe/Angola, com vastopercursoMusical, integraramdesde1976váriosprojectos na área da Lusofonia e World Music;
A proposta dos “Muatas do Namibe” traduz-se numaviagem Musical pelos diferentes e interligados ritmos da Lusofonia (Bossa,Samba, Baião,Fado,Corridinho, Morna,Coladeira etc... em especial a Rebita,Semba, e Kilapanga de Angola; Interpretam alguns dos mais importantescompositores Lusófanos assim como vários originais da autoria de Zé ManelMartins incluídos nos CDs Angola Brasil, Brisas, Lundar, Atlântico e TugaMwangolê.
LUÍSGALRITO E OS CANTO LIVRE DIA 24 NO FESTIVAL SONS DO ATLÂNTICO
LUÍS GALRITO
É um Cantautor, que escreve sobre assuas preocupações, perspectivas de olhar o Mundo e sobre o sentido da Vida e o Amor. Escreve canções desde os 15 anos de idade, a sua principal influência sãoos cantores acústicos, onde a Guitarra, a Poesia e a Voz são protagonistas.Trabalhou em vários projectos nos mais variados estilos musicais, quer seja comtemas de sua autoria, ou de grandes cantautores portugueses, tais como JoséAfonso, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Fausto, entre outros.Nos seus registos discográficos constam músicos tais como: Kalu (Xutos &Pontapés) e Luís Jardim (Produtor que assinou parte da produção do seu projectoa solo).
Um excelente espectáculo cantado em português, detributo a Zeca Afonso e Adriano com temas originais de Galrito.
AS NOITES DO SONS DO ATLÂNTICO VÃO ACABAR EM FESTA AQUI ESTÁ O 1º DJ SET ANUNCIADO BATIDA BALKANICA DIA 24 DE MAIO
★ Maio 2012 - BATIDA BALKANICA nasce em Portugal, na forma de um portal de ligação entre todos os artistas, amantes, fanáticos e simpatizantes das sonoridades mais eufóricas da história da Música: Música da Europa de Leste ou Balcânica!
★ Fevereiro 2013 - Em parceria com a RÁDIO KÁSET, é criada uma transmissão pioneira em Portugal, estritamente dedicada ás sonoridades Balkanicas e seus "companheiros de armas.
★ Março 2013 - Batida Balkanica tem a sua estreia marcada em formato DJ set, recheado de unreleases, jingles e mashups.
Uma selecção refinada do melhor da Balkan Fusion Music de todo o Mundo...
★ Abril 2013 - É criada a loja online "Batida Balkanica Record Shop" com distribuição e envios para todo o Mundo - a primeira loja Portuguesa especializada em Balkan & Gypsy Music
https://www.facebook.com/pages/Batida-Balkanica-Record-Shop/195545710569044
★ Maio 2013 - Durante 30 dias celebrámos o nosso 1º aniversário - como não podia deixar de ser, foi festa à tzigani: rija, prolongada e com muita música e diversão.
Ao longo do mês, a caravana andou por Lisboa com as mais diversas actividades com 7 eventos incluindo uma actuação ao vivo no Meo Out Jazz. Live Shows, Performances, DJs, Mercado Justo, Cinema e um video streaming em directo do coração da cidade para todo o Globo, fizeram parte da celebração.
★ Julho 2013 - Batida Balkanica actua no maior Festival de Músicas do Mundo de Portugal - FMM Sines. Em formato DJ set com Convidados Especiais, faz uma apresentação que envolveu a Música, a Dança e as Artes Performativas. Com certeza irá ficar na memória dos milhares de pessoas que assistiram.
17 abril, 2014
Balkan Beat Box, Jagwa Music e Smadj no FMM de Sines
E, agora, a parte mais bailável do FMM 2014! O comunicado:
«Balkan Beat Box e muita música global
para dançar no FMM Sines 2014.
O grupo Balkan Beat Box (Israel / EUA; na foto) atua pela primeira vez no FMM Sines – Festival Músicas do Mundo na edição de 2014, que se realiza em Porto Covo e Sines entre 18 e 26 de julho. Também está confirmada a presença de ShazaLaKazoo (Sérvia), Jagwa Music (Tanzânia), Jungle By Night (Holanda), Meridian Brothers (Colômbia), Orange Hill (Colômbia), Smadj “Fuck the DJ” (Tunísia / França / Marrocos / África do Sul) e Acid Arab (França). Nestas confirmações o fio condutor é a dança, com propostas rítmicas que vão do afrobeat ao calipso.
Balkan Beat Box é uma banda nova-iorquina na linha das fusões globais, vocacionadas para grandes atuações ao vivo, de Gogol Bordello e Firewater. Os seus dois membros fundadores, aliás, atuaram nessas bandas: Ori Kaplan pertenceu aos Gogol Bordello e Tamir Muskat aos Firewater. São ambos imigrantes israelitas nos EUA e formaram os BBB em 2005. Mais tarde juntou-se o cantor, também israelita, Tomer Yosef. Musicalmente, a banda aposta numa base de ritmos mediterrânicos, fundida com estilos de todo o mundo, desde o hip hop ao ragga. As letras transmitem uma consciência política sobre problemas do séc. XXI, quase todos de natureza transnacional, como a sua música.
Sedeado em Belgrado, o projeto ShazaLaKazoo aposta na fusão da eletrónica com a música balcânica. Formado pela dupla Milan Djuric e Uros Petkovic, produz o estilo de dança “folkstep”, onde também encontram lugar ritmos sul-americanos, africanos e do Médio Oriente. Lançaram recentemente o seu terceiro álbum, “Monobrow”.
Dos subúrbios de Dar Es Salaam, capital da Tanzânia, país da África Oriental que faz a sua estreia no FMM Sines, chega o grupo Jagwa Music. Formado por oito membros, representa o estilo de música “mchiriku”, derivação de ritmos de transe populares. O poder da secção rítmica e a utilização de teclados Casio “low-cost” amplificados são dois dos seus elementos característicos. O disco que lançaram na editora Crammed, “Bongo Hotheads”, foi produzido por Werner Graebner e misturado por Vincent Kenis, conhecido pelo seu trabalho na série Congotronics.
Jungle by Night é um grupo de nove amigos de Amesterdão cuja proposta musical cruza o funk africano, nomeadamente na sua expressão afrobeat, ao jazz, ao rock e a outros estilos de múltiplas origens. Têm três álbuns gravados, o último dos quais, “The Hunt”, editado este ano. A qualidade do seu afrobeat já mereceu elogios de dois mestres do género, Tony Allen e Seun Kuti.
Os Meridian Brothers, de Bogotá, Colômbia, fazem música tropical com influências de rock psicadélico. Na sua paleta estão as cores da salsa, da cumbia, do vallenato e de outros ritmos quentes da região, trabalhados de forma pouco convencional pelo compositor Eblis Alvarez e o seu quinteto. Têm sete álbuns gravados desde a fundação do grupo, em 1998. O oitavo álbum, “Salvadora Robot” (Soundway / Staubgold Records), é lançado em junho.
Orange Hill é outra banda colombiana neste festival, embora de um território colombiano menos conhecido, o arquipélago de San Andrés, Providencia e Santa Catalina, junto à Nicarágua. Fundado no início dos anos 50 na sua formação original, é um agrupamento de calipso com uma mistura de músicos da velha guarda e da nova geração. Cantam no crioulo local, uma língua baseada no inglês dos primeiros colonizadores das ilhas.
Smadj “Fuck the DJ” é o projeto do alaudista franco-tunisino Jean-Pierre Smadja. O nome provocador, também título de um disco que lançou em 2012, é uma ironia à supremacia dos DJs em relação aos grupos de músicos nas pistas de dança. O seu repertório funde música eletrónica e acústica, com fusões de várias músicas tradicionais, sobretudo orientais, e um lado de improvisação. A sua banda inclui instrumentistas franceses e dois vocalistas com origens diferentes: o cantor marroquino Simo e o MC sul-africano Mo Laudi.
Finalmente, Acid Arab é um projeto criado por Guido Minisky e Hervé Carvalho, DJs residentes no clube parisiense Chez Moune. A dupla procura conciliar dois estilos de música de dança: o “house” das discotecas ocidentais e a música oriental ancestral, particularmente no estilo “dabke”. Editaram o disco “Acid Arab Collections” (Versatile) em 2013.
Outros grupos já confirmados
Além dos artistas descritos nesta nota, estão também já confirmados nesta edição do festival: Angélique Kidjo (Benim / EUA), Oliver Mtukudzi & The Black Wizards (Zimbabué), Fatoumata Diawara & Roberto Fonseca (Mali / Cuba), Mamar Kassey (Níger), Nástio Mosquito (Angola), Gisela João (Portugal), Júlio Pereira (Portugal), The Soaked Lamb (Portugal), Mó Kalamity & The Wizards (Cabo Verde / França), Kayhan Kalhor & Erdal Erzincan (Irão / Anatólia – Turquia), Mohammad Reza Mortazavi (Irão), Istiklal Trio (Israel), Jambinai (Coreia do Sul), Ajinai (China), Niladri Kumar (Índia), Mudiyett (Índia), Bachu Khan (Rajastão – Índia) e Jaipur Maharaja Brass Band (Rajastão – Índia).
Bilhetes
Os bilhetes para o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2014 estão à venda na plataforma BilheteiraOnline.pt. Cada dia de concertos pagos (concertos noturnos no Castelo entre 22 e 26 de julho) custa € 10, sendo o custo do passe de € 35 até 30 de abril (após 30 de abril, o passe custa € 40).
Além destes concertos pagos, o FMM Sines oferece, como sempre, logo a partir do primeiro dia do festival, 18 de julho, um extenso programa de concertos gratuitos em vários períodos e palcos do festival.
Mais informações
www.fmm.com.pt | www.facebook.com/fmmsines»
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10 abril, 2014
Tanta Ásia no FMM de Sines!
O comunicado oficial diz tudo:
«Músicas do Mundo de Sines com maior representação asiática de sempre.
As músicas da Ásia vão deixar uma marca forte na 16.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que se realiza em Sines e Porto Covo entre 18 e 26 de julho. Três países – o Irão, a Turquia e a Coreia do Sul – fazem a sua estreia no festival. A Índia reforça a presença no alinhamento com quatro espetáculos e a China regressa com uma proposta de folk cosmopolita.
Nesta representação asiática no FMM Sines 2014 estão em evidência os instrumentistas virtuosos.
O iraniano Kayhan Kalhor e o turco Erdal Erzincan são mestres, respetivamente, do instrumento de arco kamancheh e do cordofone baglama. Tocam em Sines como dupla, dando continuidade ao vivo a uma colaboração que já produziu dois discos editados pela etiqueta alemã ECM. Kayhan Kalhor, também conhecido pela sua participação nos projetos Ghazal e Silk Road Project, é um dos maiores embaixadores da música persa. Erdal Erzincan é um expoente da tradição do baglama da Anatólia. Une-os o caráter de tradicionalistas aventureiros e o gosto pela improvisação.
Do Irão chega outro instrumentista de primeira água: Mohammad Reza Mortazavi, um dos mais exímios criadores e intérpretes dos tambores de mão tradicionais persas, o tonbak e o daf. Sozinho em palco a criar variações sobre o ritmo 6/8, pilar da música persa, é capaz de pôr uma multidão a dançar com as suas linhas de percussão intrincadas. O seu disco mais recente, “Codex”, foi lançado em 2013.
O Istiklal Trio é formado por três instrumentistas israelitas apaixonados pelas músicas do Oriente Próximo: Ariel Qassis no qânun, Yaniv Taichman no ud e Noa Vax nas percussões. O repertório é composto por peças originais e por composições clássicas turcas que reinventam utilizando os recursos expressivos de outras músicas com que se cruzaram no seu percurso: a música clássica, o rock, os blues, a música árabe, a música indiana. Editaram um disco, homónimo, em 2011.
Para o quinteto sul-coreano Jambinai, os instrumentos tradicionais são ferramentas para criar um pós-rock pesado e experimental. Nas suas composições, a par da eletrónica, das guitarras elétricas e da bateria, encontramos objetos da tradição musical coreana como o instrumento de arco haegeum, o sopro piri e a cítara coreana, o geomungo. O seu álbum de estreia, “Difference”, teve edição internacional em 2014.
O grupo chinês Ajinai é outro projeto de modernização da tradição através de códigos do rock. Embora sedeado em Pequim, tem como referência a música da Mongólia Interior. O seu líder é Hugjiltu (antigo membro fundador da banda Hanggai), cantor na técnica gutural mongol (khoomei) e intérprete do instrumento de arco morin khuur. O repertório do grupo inclui composições próprias e versões experimentais de canções folclóricas mongóis.
O sitar, símbolo da música indiana, será trazido a Sines por um dos seus melhores intérpretes da nova geração, Niladri Kumar. Muito precoce – começou a aprender sitar aos 4 anos e tocou pela primeira vez em público aos 6 –, cresceu em Mumbai e tem feito uma carreira com muitas viagens pelo mundo. Cultiva o legado da música tradicional indiana, mas são frequentes as colaborações com artistas de outras áreas, como o jazz, a fusão e a eletrónica. Toca um sitar elétrico que ele próprio criou.
Um dos acontecimentos do FMM Sines será a performance de dança e teatro ritual Mudiyett, com origem no estado de Kerala, no sudoeste da Índia. Reconhecido pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade, fundado numa tradição oral que remonta ao século IX, este espetáculo de rua de caráter sagrado simboliza a vitória do bem sobre o mal e nele entram várias personagens da mitologia hindu, como Kali, Shiva e Narada. Envolve mais de uma dezena de artistas e possui uma forte componente visual, com máscaras, pintura corporal e elementos de fogo.
Do Rajastão, no noroeste desértico da Índia, chega o cantor Bachu Khan, pertencente à casta dos Langas, que durante séculos foram os músicos profissionais das famílias reais da região e mais tarde se dedicaram a tocar em casamentos, noivados e festas tradicionais. Representa a cultura cigana que da Índia se espalhou pelo mundo e conta com centenas de atuações internacionais com os seus grupos Maharaja, Musafir e Dil Mastana.
Outro aspeto da cultura cigana do Rajastão, as fanfarras, terá expressão em Sines através da Jaipur Maharaja Brass Band (na foto). Composta por sete músicos e uma bailarina, reúne a visão do diretor artístico, o tocador de tabla Rahis Bharti, ao talento e experiência dos tocadores de metais e percussões. Festiva e popular, toca ritmos clássicos e tradicionais do Rajastão, peças de folclore e melodias do cinema indiano.
Outros grupos já confirmados
Além dos artistas descritos nesta nota, estão também já confirmados nesta edição do festival: Angélique Kidjo (Benim / EUA), Oliver Mtukudzi & The Black Wizards (Zimbabué), Fatoumata Diawara & Roberto Fonseca (Mali / Cuba), Mamar Kassey (Níger), Nástio Mosquito (Angola), Gisela João (Portugal), Júlio Pereira (Portugal), The Soaked Lamb (Portugal) e Mó Kalamity & The Wizards (Cabo Verde / França).
Bilhetes
Os bilhetes para o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2014 já estão à venda na plataforma BilheteiraOnline.pt. Cada dia de concertos pagos (concertos noturnos no Castelo entre 22 e 26 de julho) custa € 10, sendo o custo do passe de € 35 até 30 de abril (após 30 de abril, o passe custa € 40).
Além destes concertos pagos, o FMM Sines oferece, como sempre, logo a partir do primeiro dia do festival, 18 de julho, um extenso programa de concertos gratuitos em vários períodos e palcos do festival.
Mais informações
www.fmm.com.pt | www.facebook.com/fmmsines»
03 abril, 2014
The Skatalites no Festim e Bombino no Med de Loulé
Para breve estão também prometidas novidades sobre o regressado Sons do Atlântico (viva!), mas para já, aqui vão os comunicados oficiais relativos às primeiras confirmações do Festim -- os históricos The Skatalites (na foto) e a Bollywood Masala Orchestra --, ainda e sempre uma organização d'Orfeu, e a mais três nomes anunciados pelo Med de Loulé (Bombino, Winston McAnuff & Fixi e Graveola e O Lixo Polifônico).
O comunicado do Festim:
«Festim apresenta as primeiras confirmações da 6ª edição!
Responsáveis dos 6 Municípios parceiros estiveram reunidos em Águeda a preparar o Festim 2014.
The Skatalites (Jamaica) e Bollywood Masala Orchestra (Índia) são apenas dois dos grandes nomes que virão a Portugal para a 6ª edição do Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo, que decorrerá de 6 de Junho a 25 de Julho de 2014 em seis municípios vizinhos: Águeda, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Ovar, Estarreja e Oliveira do Bairro.
O Festim avança para a sua 6ª edição, consolidando o grande palco intermunicipal que a região de Aveiro oferece às músicas do mundo, numa iniciativa da d'Orfeu Associação Cultural em rede partilhada com os 6 Municípios parceiros. Serão 8 fins-de-semana com 7 grandes nomes em palco, vindos de diversas partes do mundo.
Pelo sexto ano consecutivo, desde que foi encarado como aposta intermunicipal estratégica e uma marca de promoção do território, o Festim tem-se destacado tanto pela programação ímpar de artistas de projecção internacional, num singular modelo de rede partilhada entre municípios, como pela crescente conquista e fidelização de públicos diversos, numa autêntica celebração da diversidade cultural.
Toda a programação estará brevemente disponível em http://www.festim.pt, sítio oficial do festival. O desfile dos nomes confirmados pode ser, desde já, acompanhado na página de facebook do Festim.
6 Junho a 25 Julho 2013 | 6ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA
OVAR * ESTARREJA * OLIVEIRA DO BAIRRO»
E o do Med de Loulé:
«: BOMBINO, GRAVEOLA E O LIXO POLIFÔNICO E
WINSTON MAC ANUFF & FIXI CONFIRMADOS NO CARTAZ
O nigeriano Bombino, os brasileiros Graveola e o Lixo Polifônico e o grupo jamaicano Winston McAnuff & Fixi são os novos nomes anunciados pela Câmara Municipal de Loulé para o cartaz da 11ª edição do Festival MED, que decorre de 26 a 28 de junho, na Zona Histórica de Loulé.
Omara "Bombino" Moctarin, também apelidado de "Hendrix do deserto", sobe ao Palco da Matriz no dia 27 de junho. O cantor e guitarrista tuareg transporta para a música a sua vivência entre a sua terra natal, a Argélia e a Líbia.
A irreverência dos Graveola e o Lixo Polifônico irá, de certo, arrebatar o público do Festival MED. Esta mistura (des)pretensiosa entre o erudito, o lixo cultural, o lirismo político e a experimentação de amabilidades sonoras de uma das mais promissoras bandas brasileiras da atualidade vai estar no Palco do Castelo, a 27 de junho.
Quem também promete aquecer o ambiente da Zona Histórica de Loulé é Winston McAnuff & Fixi. Este encontro inusitado entre o “rastaman” e o homem do acordeão traz ao Palco da Cerca, no primeiro dia do Festival, os sons do reggae e o rock-musette, com outras derivações musicais que espelham a vivência de ambos os artistas.
Refira-se que estes três nomes juntam-se assim aos já anunciados Gisela João (Portugal), Mercedes Peón (Espanha), Bomba Estéreo (Colômbia), Celina da Piedade (Portugal), Jupiter&Okwess International (Congo) e Turtle Island (Japão).
Os bilhetes para o Festival MED 2014 podem ser adquiridos através do site oficial do Festival www.festivalmed.pt, no Cine-Teatro Louletano e na FNAC da Guia. Haverá uma redução no preço dos bilhetes até ao dia 6 de junho.
Mais informações em www.festivalmed.pt ou em www.facebook.com/festivalmedloule?fref=ts
Os artistas
BOMBINO (Nigéria)
Omara "Bombino" Moctarin, também apelidado de "Hendrix do deserto", nasceu e foi criado no Níger, perto da cidade de Agadez. É membro da tribo Tuareg Ifoghas, um povo nómada descendente dos berberes do Norte de África que, durante séculos, lutou contra o colonialismo e a imposição da lei islâmica estrita. Começou a aprender guitarra graças a um destes instrumentos, que encontrou abandonado num dos exílios que, enquanto tuaregs e nos muitos conflitos com o governo do Níger, foi obrigado a fazer, com a sua família.
Na sua adolescência, quando vivia na Argélia e Líbia, os amigos de Bombino mostravam-lhe vídeos de Jimi Hendrix e Mark Knopfler, entre outros, a que assistiam vezes sem conta. Bombino trabalhou como músico e também como pastor, no deserto perto de Tripoli, passando muitas horas sozinho com os animais e praticando na sua guitarra.
Mais tarde, Bombino regressa ao Níger, onde continua a tocar com algumas bandas locais. Como o seu nome ia ganhando notoriedade, uma equipa espanhola de filmagens de um documentário ajudou Bombino a gravar o seu primeiro álbum, que se tornou um hit local. Depois de um percurso que passa pela gravação do documentário “Agadez”, de Ron Wyman, sobre a música e rebelião tuareg, que destaca a história pessoal de Bombino, e por outros discos com crescente sucesso, o guitarrista e cantor tuareg gravou um novo álbum, “Nomad” em Nashville, com o produtor Dan Auerbach, dos The Black Keys (e no estúdio deste último), que foi lançado a 2 de abril de 2013 pela Nonesuch Records e que, desde então, se mantém nos tops mundiais da música do mundo.
GRAVEOLA E O LIXO POLIFÔNICO (Brasil)
Dentro do promissor cenário de novas bandas mineiras, Graveola e o Lixo Polifónico é hoje a mais próxima de se posicionar entre as grandes da cena musical contemporânea. O grupo conta com elogiosas críticas aos seus trabalhos anteriores e um número crescente de fiéis seguidores, no Brasil e no mundo. Composto por músicos irreverentes e atrevidos, os Graveola produzem uma colagem musical instigante. Eles representam e defendem a estética do plágio e fazem humor, levado a sério, ao misturar o sofisticado com o popular a ponto de os tornar indistinguíveis.
Ao batizar o seu segundo disco como “Eu preciso de um liquidificador”, o Graveola revela mais uma vez a vontade da banda, de misturar cada vez mais elementos na sua massa sonora. Surgem em 2004 e, desde então, versam a arte da mistura (des)pretensiosa entre o erudito, o lixo cultural, o lirismo político e a experimentação de amabilidades sonoras. A agenda da banda não é exclusivamente musical, é também fortemente pautada por questões políticas e ações populares, principalmente ligadas ao acesso aos bens culturais da sua cidade, Belo Horizonte e á democratização do uso do espaço público. “É preciso desafinar o coro dos contentes. Somos corações e mentes que pulsam, sentem, fazemos parte de um mesmo lugar. Façamos!”, defende Yuri Vellasco, baterista dos Graveola.
WINSTON MCANUFF & FIXI (Jamaica/França)
O encontro entre o típico “Rastaman” de barba grisalha e o homem do acordeão, com um ar jovial, que não larga o seu boné. Mas para definir os dois, é melhor deixar para trás todos os estereótipos pois ambos não são facilmente identificados. Aos 55 anos, o homem apelidado de “electric dread” pela sua energia esfusiante em palco, tem um percurso importante na história do roots reggae, quer em nome próprio, quer como vocalista os Inner Circle ou ainda como compositor para artistas como Hugh Mundell e Earl Six. Em França, há cerca de uma década, viu a sua carreira tomar um novo rumo, com a reedição pela editora Makasound de vários dos seus antigos discos e parcerias inesperadas em novos álbuns. Um deles, “Paris Rockin”, de 2006, foi gravado com o grupo de rock-musette Java, onde conheceu Fixi, acordeonista, baterista, pianista, arranjador, produtor, entre outras competências. A química entre os dois foi imediata, nascendo assim esta experiência musical. O reggae e o rock-musette são os eixos naturais, mas também há derivações pela soul, pelo afrobeat, pelo maloya da ilha Reunião e por ritmos sul-americanos.»
27 março, 2014
Gisela João, Júlio Pereira e Nástio Mosquito no FMM de Sines
Mas não só... Para além de Gisela João (na foto), Júlio Pereira e Nástio Mosquito, também The Soaked Lamb e Mó Kalamity entram no rol. O comunicado:
«Primeiros artistas de língua portuguesa confirmados no FMM Sines
O angolano Nástio Mosquito e os portugueses Gisela João, Júlio Pereira e The Soaked Lamb são os primeiros artistas de língua portuguesa confirmados para a 16.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, que decorre entre 18 e 26 de julho em Sines e Porto Covo. Também está confirmada a presença em Sines da artista franco-cabo-verdiana Mó Kalamity, um dos nomes emergentes do “reggae roots” gaulês.
O angolano Nástio Mosquito é um dos mais estimulantes artistas africanos contemporâneos. Quando dizemos artistas, não falamos apenas de música. Nástio é cantor, poeta, performer e tem também um percurso ligado às artes plásticas, com exposições na Tate Modern, em Londres, e trabalhos expostos nos EUA, Brasil e Japão. O seu concerto em Sines acontece no ano da edição em Portugal do álbum duplo “Se Eu Fosse Angolano”, onde é autor de todas as letras e músicas. O álbum é uma "reflexão do que é a Angola plural onde o campo e a cidade se redefinem". Aborda o amor do artista pelo seu país, mas também temas universais, como a relações homem-mulher, as relações com os mais velhos e as relações com o dinheiro. "Um álbum maior" e "uma estreia gloriosa" foram as palavras usadas pelo jornalista Mário Rui Vieira (Expresso) para descrevê-lo.
Natural de Barcelos, Gisela João arrebatou os amantes do fado com o disco homónimo que lançou em 2013. Poucas vezes uma artista portuguesa conseguiu reunir tanta admiração em tão pouco tempo. Miguel Esteves Cardoso, no Público, chamou-lhe “a grande fadista do século XXI”. João Miguel Tavares, na Time Out, encontrou nela uma “amplitude emocional” que não ouvia desde Amália. Na revista Visão, Pedro Dias de Almeida escreveu que Gisela “concilia o mais autêntico e genuíno espírito do fado com a contemporaneidade de uma música urbana que continua a reinventar-se”. Capaz de interpretar com a mesma intensidade uma criação dramática e uma alegre peça de folclore, apresenta-se pela primeira vez ao vivo em Sines no FMM 2014.
O compositor, multi-instrumentista e produtor Júlio Pereira é um nome fundamental da música portuguesa. Tem 20 discos gravados em nome próprio e participou em cerca de 80 discos de outros artistas, incluindo José Afonso, Pete Seeger e The Chieftains. O público conhece-o sobretudo como o mestre do cavaquinho. O disco que lançou em 1981, intitulado “Cavaquinho”, foi um marco na música instrumental portuguesa e na modernização deste precioso cordofone que Portugal espalhou pelo mundo. Em 2013, publicou o livro / CD “Cavaquinho.pt” e constituiu uma associação / museu que visa preservar a história e promover a prática deste instrumento. É acompanhado ao vivo por Sandra Martins (violoncelo), Miguel Veras (viola) e Luís Peixoto (bouzouki).
The Soaked Lamb, nascidos em Lisboa em 2006, buscam inspiração na música americana da primeira metade do século XX. Tocam blues “com bocadinhos de swing, ragtime, boogie woogie” e fazem músicas atentas à contemporaneidade mas sem pressas, “como eram feitas há setenta ou oitenta anos”. O seu primeiro disco, “Homemade Blues”, de 2007, foi gravado aos domingos na casa de Afonso Cruz, onde se comia o ensopado de borrego que, traduzido para inglês, daria nome ao grupo, de que também fazem parte Miguel Lima, Mariana Lima, Gito Lima, Tiago Albuquerque e Vasco Condessa. Têm quatro discos gravados. Em Sines ouviremos sobretudo repertório do último, “Palhaços”, de 2013.
Nascida em Cabo Verde mas a viver em Paris desde criança, Mó Kalamity tem vindo a destacar-se na cena reggae roots francesa. Mulher num género dominado pelo sexo masculino, Mó é influenciada pelo reggae jamaicano e pela música afroamericana dos anos 60 e 70. A publicação Télérama encontra-lhe também "outra sensibilidade que acrescenta ao género graças aos seus arabescos vocais", marca da origem cabo-verdiana. Para a Mondomix, Mó Kalamity é autora de um “reggae roots militante e rebelde”. Na sua estreia em Sines vem acompanhada pela banda The Wizards, que formou em 2004. O disco “Freedom of the Soul”, o seu terceiro álbum, editado em 2013, será a base do repertório a apresentar neste concerto.
Bilhetes
Os bilhetes para o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2014 já estão à venda na plataforma BilheteiraOnline.pt. Cada dia de concertos pagos (concertos noturnos no Castelo entre 22 e 26 de julho) custa € 10, sendo o custo do passe de € 35 até 30 de abril (após 30 de abril, o passe custa € 40).
Além destes concertos pagos, o FMM Sines oferece, como sempre, logo a partir do primeiro dia do festival, 18 de julho, um extenso programa de concertos gratuitos em vários períodos e palcos do festival.
Mais informações
www.fmm.com.pt
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14 março, 2014
Celina da Piedade, Jupiter e Turtle Island no Med de Loulé
Há mais três boas noticias -- numa condensada -- para o festival Med de Loulé 2014. O comunicado:
«CONGO E JAPÃO REPRESENTADOS PELA PRIMEIRA VEZ NO FESTIVAL MED
Celina da Piedade (na foto, de Pawel Kowalski) também sobe ao palco deste Festival e marcou presença na apresentação do evento em Lisboa. Jupiter& Okwess International e Turtle Island são os outros nomes confirmados
A organização do Festival MED anunciou ontem, durante a apresentação do evento em Lisboa, no âmbito da BTL, mais três nomes que farão parte do cartaz da 11ª edição: a portuguesa Celina da Piedade e, pela primeira vez no MED, bandas do Congo, Jupiter&Okwess International, e do Japão, Turtle Island.
Celina da Piedade foi, de resto, convidada a estar presente nesta apresentação que a Câmara Municipal de Loulé quis promover em Lisboa, num dos maiores certames de turismo da Europa, como forma de associar o Festival MED à projeção do Concelho de Loulé além-fronteiras.
Entusiasta da música e danças tradicionais, Celina da Piedade é uma das mais produtivas instrumentistas portuguesas que se tem dedicado ao estudo e divulgação do património musical alentejano. Sobe ao Palco do Castelo, no dia 27 de junho.
Jupiter&Okwess International é um grupo de músicos oriundos de onze diferentes províncias do Congo e carrega veementemente a bandeira do Bofenia Rock - do qual é o fundamental percursor e que se baseia numa reativação de ritmos e melodias do grande e esquecido Congo, injetando ao mesmo tempo o groove urbano. A banda liderada por Jupiter, conhecido como The Rebel General, atua dia 28 de junho, no Palco da Matriz. Esta será a primeira vez na história do Festival que o cartaz conta com um representante da República Democrática do Congo, apesar de, em 2008, estarem previstos para o MED os Konono nº1 que, por motivos burocráticos, não puderam marcar presença no Festival.
Também pela primeira vez, o evento contará com representantes japoneses. Os Turtle Island prometem ser uma das grandes surpresas desta 11ª edição. O agrupamento funde a música tradicional japonesa com outros elementos musicais como as distorções da guitarra, música indiana e música tradicional coreana, tudo conjugado com uma base punk rock. A banda atua no dia 28 de junho, no Palco da Matriz.
Refira-se que os três nomes agora anunciados irão juntar-se aos já confirmados Gisela João, Mercedes Peón e Bomba Estéreo no cartaz do 11º Festival MED, que decorre de 26 a 28 de junho, na Zona Histórica de Loulé.
A par da componente musical, o Festival MED é também uma conjugação de várias manifestações artísticas, da pintura ao artesanato, passando pela animação de rua ou gastronomia e, segundo a organização, também nestas vertentes estão previstas várias surpresas para a edição deste ano.
Os interessados podem seguir as novidas em www.facebook.com/festivalmedloule
Os novos nomes anunciados
CELINA DA PIEDADE (Portugal)
O seu entusiasmo pela música e dança tradicionais fez com que se tornasse numa das instrumentistas mais prolíficas desse meio em Portugal. Tem participado em centenas de bailes e oficinas de música folk. Dedica-se ativamente ao estudo e divulgação do património musical alentejano. Nos seus concertos a solo apresenta um repertório variado – que vai desde composições suas, a temas do cancioneiro popular, um pouco de fado, músicas de raiz de diversas partes do mundo -, que é espelho do seu percurso como artista, rico em experiências. São uma espécie de biografia musical, ora delicada, ora intensa, sempre cheia de sensibilidade e emoção.
JUPITER & OKWESS INTERNATIONAL (Rep. Dem. Congo)
Jupiter, conhecido como The Rebel General, lidera um grupo de músicos oriundos de onze diferentes províncias do Congo e carrega veementemente a bandeira do Bofenia Rock - do qual é o fundamental percursor e que se baseia numa reativação de ritmos e melodias do grande e esquecido Congo, injetando ao mesmo tempo o groove urbano.
Jupiter inicia a sua aprendizagem musical com a percussão e os ritmos do Congo - os famosos “zébola” da sua etnia de origem, Ekonda - tornando-se um mestre na matéria.
TURTLE ISLAND (Japão)
Turtle Island funde a música tradicional japonesa com outros elementos musicais como as distorções da guitarra, música indiana e música tradicional coreana, tudo conjugado com uma base punk rock.
O carismático vocalista é muitas vezes referido como o Manu Chao japonês; com as suas mensagens apaixonadas, Turtle Island ganhou o reconhecimento entre os apaixonados do mainstream.»
27 fevereiro, 2014
Mercedes Peón e Bomba Estéreo Também no Med de Loulé
Já se sabia de Gisela João, mas agora também a galega Mercedes Peón e os colombianos Bomba Estéreo estão também confirmados no festival Med de Loulé deste ano. O comunicado:
«11º FESTIVAL MED: GISELA JOÃO, MERCEDES PÉON E BOMBA ESTÉREO SÃO OS PRIMEIROS NOMES ANUNCIADOS
Nos dias 26, 27 e 28 de junho, as músicas do mundo estão de volta à Zona Histórica de Loulé, com a realização da 11ª edição do Festival MED. Integrado no roteiro dos festivais europeus de World Music, o evento alia à componente musical uma fusão de manifestações culturais que vão desde a pintura à gastronomia, passando pelo teatro ou artesanato.
Para o cartaz deste ano estão já confirmados oficialmente três nomes: a fadista Gisela João, a cantora e compositora galega Mercedes Peón e os colombianos Bomba Estéreo.
Dona de uma voz singular, Gisela João foi a grande revelação na área do fado em 2013 e vai estar no dia 28 de junho, no Palco da Cerca para mostrar as razões pelos quais é um dos grandes nomes da nova vaga do Fado. A artista esteve hoje na apresentação do MED e manifestou o seu antigo desejo de subir ao palco deste Festival.
Da Galiza para Loulé, Mercedes Péon traz a ancestralidade das aldeias da sua terra natal, vestida de uma roupagem contemporânea e alternativa. A atuação está agendada para o dia 27 de junho, no Palco da Cerca.
A energia e força em palco dos Bomba Estéreo, um dos nomes mais importantes da América Latina no atual panorama musical, vai incendiar o Palco da Matriz, para o encerramento do primeiro dia do MED (26 de junho).
Mais uma vez a qualidade artística é uma das grandes apostas da organização que acredita que estes e os outros nomes poderão proporcionar experiências musicais únicas ao público. Este ano, terão lugar assegurado no cartaz do Festival bandas representantes de países que, pela primeira vez, irão marcar presença no MED. No total, serão cerca de 40 as bandas que irão passar por esta edição do evento, representantes de 16 países.
A edição deste ano volta a ter o formato de três dias, com o objetivo de ir ao encontro do espírito festivaleiro, permitindo uma maior diversidade da oferta musical, assim como uma maior dinamização da economia local.
O 11º Festival MED vai ser também apresentado no recinto da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, no dia 13 de março, data em que o site oficial do Festival vai para o ar.
Para o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, o Festival MED “é um dos cartazes de referência do panorama da música em Portugal e é, ainda, uma marca de Loulé, responsável, nos últimos, por projetar no país e no estrangeiro o nome desta cidade”.
O autarca salientou ainda o facto de o MED decorrer “no casco histórico da cidade renovado”, já que neste momento estão a decorrer no local obras de reabilitação. Com os novos achados arqueológicos nos Banhos Islâmicos, o presidente da Câmara acredita que esta “será mais uma peça de valorização para o Festival em si”.
“A Câmara Municipal de Loulé tem neste Festival uma referência cultural de primeira linha”, sublinhou ainda o edil, garantindo que “os grandes eventos que projetam a cidade de Loulé são para continuar e valorizar e infundir uma nova dinâmica”.
Quanto ao impacto económico na atividade turística, Desidério Silva, presidente da Região de Turismo do Algarve, falou do facto do Festival MED ser “um evento diferenciador”, uma mais-valia já que “os turistas que nos visitam também querem experiências diferentes e o MED encaixa perfeitamente aí”.
O investimento realizado nesta edição é semelhante à anterior – cerca de 200 mil euros – sendo que este ano, para além do alargamento a três dias (em vez dos dois dias de 2013), foi possível fazer uma poupança de custos em virtude do planeamento realizado que permitiu que o cartaz tivesse ficado fechado em janeiro. “Posso garantir-vos que a qualidade do evento não irá baixar, antes pelo contrário, teremos um cartaz superior ao dos últimos anos”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal.
Refira-se que, ao longo de dez anos de existência, o Festival MED já trouxe a Loulé 324 bandas, em representação de 30 países.
Os artistas
GISELA JOÃO
O disco de estreia de Gisela João é um marco na História do Fado contemporâneo. Sem desvios nem artifícios, parte duma formação tradicional e mergulha na sua génese, reencontra a sua autenticidade, questiona os seus excessos e maneirismos, para se tornar genuíno como nunca e apontar o seu futuro.
Nasceu em Barcelos, viveu seis anos no Porto e finalmente o canto impôs a sua vontade e levou-a para Lisboa.
Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou o Sr. Vinho, a Tasca da Bela, a Mesa de Frades primeiro, para depois encher o Lux (primeiro num set do mago do pós-Dubstep, Nicolas Jaar e depois em nome próprio, a convite de Manuel Reis), e, mais recentemente, uma pequena legião de fãs esgotou o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém duas semanas antes do espetáculo.
Chegara a hora de gravar o seu primeiro disco, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal – iniciaram as gravações. Estávamos em Fevereiro de 2013, certos do caminho que havia para percorrer mas longe de prever o que iria acontecer.
O disco sai a 1 de julho de 2013, duas semanas depois alcança o primeiro lugar no Top de vendas nacional e é considerado pela grande maioria com o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI.
Nesse mesmo ano é convidada a participar em alguns dos mais importantes festivais da cena musical portuguesa, entre os quais, Largos da Mouraria – Festas de Lisboa, Festa do Avante, Caixa Alfama, Debandada e Vodafone Mexefest e atua no Festival da Flandres, marcando desta forma a primeira apresentação do seu disco de estreia internacionalmente.
Depois de ter arrebatado tudo e todos em 2013, a grande revelação da cena musical portuguesa, a fadista Gisela João, deixou a sua marca em duas das mais prestigiadas salas do país: na Casa da Música, Porto, e no CCB, Lisboa. Gisela João entrou em 2014 a mostrar, ao vivo, porque é que fez de 2013 um ano crucial para a história do Fado.
MERCEDES PEÓN
A galega Mercedes Peón é considerada uma das mulheres mais carismáticas do circuito da World Music atual. Nasceu em 1967 e, aos 13 anos, ouviu cantar várias mulheres da Costa da Morte. O tocar da pandeireta e o cantar da ribeirana foram os impulsionadores para recolher as músicas, danças, histórias e vivências dos seus conterrâneos das aldeias. Transmitiu todo esse conhecimento através do ensino, nas escolas municipais, na TV Galega, e em Universidades como La Sorbonne, Porto, País de Gales etc..
A variedade das suas composições que arrancam da polirritmia sob o olhar dos ritmos mais ancestrais, culminam em temas ecléticos e descaradamente vibrantes, o seu vasto repertório, o embruxo e a energia que se apoderam de cada uma de suas atuações, fazem desta mulher, uma aposta segura pela continuidade da cena etno-contemporânea na Europa.
Depois de se aprofundar na tradição há mais de 25 anos, em 2000 gravou o seu primeiro álbum chamado “Isué”. Expressou-se livre de clichés, e espalhou-se pelo domínio internacional sem qualquer esforço mediático. Nos seus trabalhos posteriores – “Ajrú”, em 2004, e “Sihá”, em 2007 - as suas composições levaram-na a uma particular atmosfera quase roçando a eletroacústica, fazendo do resultado o seu sinal distintivo dentro e fora de fronteiras.
Os seus últimos trabalhos têm estreita colaboração com outras disciplinas como a dança - composição da música de "O Kiosco das almas perdidas" do Centro Coreográfico Galego; assessoria de som e composição eletroacústica para o espetáculo "Concerto desconcerto" da companhia Entremáns; composição de música para a obra "Solo dos" de Maruxa Salas; e ainda o cinema - composição da música do filme documentário de Margarita Ledo "Liste, pronunciado Lister" e da curta-metragem "Cienfuegos 1913" da mesma autora.
No final de 2010, sai o seu quarto trabalho discográfico “...---... SOS”, música de vanguarda, catalogado como maduro, fresco, surpreendente, criativo. Profundamente conceitual, mostra uma evolução e um momento na sua carreira especialmente brilhante. Criado, tocado, produzido e misturado por ela mesma é um exercício de micro-composição, onde o resultado final, maior que as partes que o compõem, ergue-se como o trabalho mais vanguardista e contemporâneo dos editados até o momento.
BOMBA ESTÉREO
Grupo oriundo da Colômbia, Bomba Estéreo funde a música eletrónica com rock, reggae e rap, mas também com os sons do Caribe como a cumbia ou a champeta.
Conta com três trabalhos discográficos que consolidaram os Bomba Estéreo como uma das bandas colombianas mais importantes a nível nacional e internacional. Com o seu primeiro álbum (“Vol. 1”, 2006) o grupo conseguiu a aprovação, interesse e a aclamação dos meios de comunicação social e do público, principalmente no seu país. O seu segundo trabalho (“Estalla/Blow Up”, 2008) abre portas ao panorama e meios internacionais mais importantes e, em 2012, conquista o Disco de Ouro pelo número de vendas. Em 2010, o single “Fuego” integra a banda sonora do videojogo FIFA e a banda é eleita como a Banda Revelação do MTV Iggy. Faz ainda parte da banda sonora do filme “Limitless”, com o tema “La Boquilla”, em 2011, assegurando um lugar relevante no panorama da música mundial.
“Elegancia Tropical” é o mais recente trabalho discográfico dos Bomba Estéreo, lançado em setembro de 2012, e que foi reconhecido como Álbum Número 1 segundo a Revista Semana (o semanário mais influente da Colômbia), em dezembro do mesmo ano, depois de uma bem-sucedida tourné nacional de lançamento. Para além da aclamação por parte dos fãs e da crítica internacional, este trabalho discográfico liderou as vendas digitais no iTunes Stores após o seu lançamento, o que fez com que a banda fosse eleita como o Artista Revelação pelos editores do iTunes da América Latina, em 2012. Em 2013, a Academia Latina de la Grabación reconheceu o trabalho dos Bomba Estéreo com a nomeação para o Grammy Latino com “Elegancia Tropical”, na categoria de “Melhor Álbum de Música Alternativa”.
A sua proposta sonora de alta qualidade e a experiência inigualável que deixa em cada atuação distingue o grupo e permite que continue a pisar importantes palcos em todo o mundo.»
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Mercedes Peón
21 fevereiro, 2014
Angélique Kidjo no FMM de Sines, Gisela João no Med de Loulé
E, no mesmo dia, surgem as primeira confirmações de artistas e grupos agendados para a edição 2014 do FMM de Sines (Angélique Kidjo -- na foto --, Oliver Mtukudzi, Fatoumata Diawara com Roberto Fonseca e Mamar Kassey) e para o Med de Loulé (Gisela João). Primeiro, o comunicado do FMM:
«FMM Sines anuncia primeiros nomes programados para a edição de 2014
Estão confirmadas as primeiras presenças no maior evento de músicas do mundo realizado em Portugal: Angélique Kidjo (uma das grandes divas africanas), Oliver Mtukudzi (nome histórico da música do Zimbabué), a dupla Fatoumata Diawara e Roberto Fonseca (colaboração entre o Mali e Cuba) e a banda Mamar Kassey (música do coração do Sahel).
África, com uma incursão a Cuba, é a origem das primeiras confirmações do programa do FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2014, que decorre entre 18 e 26 de julho, em Sines e Porto Covo.
Nesta 16.ª edição do festival, Sines irá oferecer novamente um programa que convida a partir à descoberta da melhor música que se faz no planeta, sem fronteiras de géneros, nacionalidades ou culturas.
Angélique Kidjo, nascida no Benim e atualmente radicada em Nova Iorque, é uma das mais conceituadas cantautoras, ativistas e personalidades africanas. A BBC incluiu-a na lista de 50 personalidades do continente em 2011 e o Daily Telegraph descreveu-a como “a rainha incontestada da música africana”. A sua estreia em Sines vai ser feita com o disco “EVE”, lançado em janeiro de 2014, uma homenagem à sua mãe e às mulheres em geral. Angélique Kidjo é uma das artistas africanas mais premiadas, destacando-se no seu currículo a conquista do Grammy de Melhor Álbum Contemporâneo de World Music com “Djin Djin” (disco de 2007) e a nomeação do seu álbum seguinte, “Oyo”, de 2010, para o mesmo galardão. “EVE”, o disco que acaba de lançar, mereceu cinco estrelas da última edição da revista Songlines e também promete uma carreira muito bem-sucedida entre o público e a crítica.
O cantor e guitarrista Oliver “Tuku” Mtukudzi é um clássico da música africana. Nascido em 1952, vai estrear-se em Sines com uma carreira de quase cinco décadas atrás de si. Partilha com Thomas Mapfumo, músico com quem tocou nos anos 70, o estatuto de patriarca da música do Zimbabué. Ao longo da sua carreira prolífica, editou mais de meia centena de álbuns (mais de sessenta em algumas contagens), sendo o mais recente “Sarawoga”, lançado em 2012. O seu estilo musical – tão particular que os fãs o tratam como um género em si próprio, a “Tuku music” – produz canções com estruturas pop tocadas na guitarra acústica em que é exímio e em instrumentos tradicionais como o mbira e a marimba. Apresenta-se com a banda The Black Spirits, uma mistura de músicos veteranos e da nova geração.
A maliana Fatoumata Diawara deu um dos concertos mais memoráveis do FMM Sines 2012. Volta ao festival em 2014 num projeto de colaboração com o pianista cubano Roberto Fonseca que Sines será um dos primeiros palcos mundiais a receber. Fatoumata é uma das vozes da nova música maliana, inovadora dos ritmos e melodias do seu país, com um grande álbum, “Fatou”, editado em 2011. Roberto tem um percurso no jazz, nas músicas tradicionais cubanas e nos sons urbanos contemporâneos. No seu disco “YO”, também de 2012, lançou-se numa viagem pelas suas raízes africanas e pelas suas expressões em ambos os lados do Atlântico. Neste projeto, onde Fatoumata explora o seu desejo de ir mais além e Roberto encontra África na voz de uma das suas maiores cantoras, haverá ainda a presença de uma banda de cinco elementos onde estarão em força a percussão cubana e a elegância dos instrumentos de cordas malianos.
Mamar Kassey é uma banda que vai interessar os curiosos pela música do Sahel e do Sahara. Fundada em 1995 em Niamey, capital do Níger, é liderada por Yacouba Moumoni, cantor e intérprete de flauta “peul”. Atua em Sines na sequência do seu terceiro álbum, “Taboussizé-Niger”, lançado em 2013 pela editora bretã Innacor. Yacouba Moumoni é considerado o músico mais popular do Níger e a música de Mamar Kassey, moderna apesar de se manter fiel às tradições étnicas do país, tem um público considerável em toda a África Ocidental. “Taboussizé-Niger” integrou a seleção de melhores dos discos de 2013 em publicações como Les Inrocks, Mondomix e Folkroots.
Bilhetes
Os bilhetes para o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2014 já estão à venda na plataforma BilheteiraOnline.pt. Cada dia de concertos pagos (concertos noturnos no Castelo entre 22 e 26 de julho) custa € 10, sendo o custo do passe de € 35 até 30 de abril (após 30 de abril, o passe custa € 40).
Além destes concertos pagos, o FMM Sines oferece, como sempre, logo a partir do primeiro dia do festival, 18 de julho, um extenso programa de concertos gratuitos em vários períodos e palcos do festival.
Mais informações
www.fmm.com.pt
www.facebook.com/fmmsines»
Já o MED de Loulé informa:
«GISELA JOÃO NA APRESENTAÇÃO DO 11ºFESTIVAL MED
A fadista Gisela João vai estar presente na Conferência de Imprensa de apresentação da 11ª edição do Festival MED, a ter lugar na próxima quarta-feira, 26 de fevereiro, pelas 16h30, na Sala do Atlético Sporting Clube, onde serão anunciados os primeiros nomes do cartaz.
Este ano, o Festival MED decorre nos dias 26, 27 e 28 de junho, na Zona Histórica de Loulé, e contará mais uma vez com um cartaz musical de luxo. Depois de ter arrebatado tudo e todos em 2013, a grande revelação da cena musical portuguesa, a jovem fadista Gisela João, é um dos nomes confirmados para o MED.
Integrado no roteiro dos principais festivais de World Music, para além de um alinhamento musical que traz a Portugal os melhores nomes das músicas do mundo, este festival passa também por uma fusão de manifestações culturais que vão desde a gastronomia às artes plásticas, animação de rua, artesanato, dança, workshops, e muito mais, com um claro objetivo de divulgar as várias culturas do mundo.
Sobre Gisela João
O disco de estreia de Gisela João é um marco na História do Fado contemporâneo. Sem desvios nem artifícios, parte duma formação tradicional e mergulha na sua génese, reencontra a sua autenticidade, questiona os seus excessos e maneirismos, para se tornar genuíno como nunca e apontar o seu futuro.
Nasceu em Barcelos, viveu seis anos no Porto e finalmente o canto impôs a sua vontade e levou-a para Lisboa.
Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou o Sr. Vinho, a Tasca da Bela, a Mesa de Frades primeiro, para depois encher o Lux (primeiro num set do mago do pós-Dubstep, Nicolas Jaar e depois em nome próprio, a convite de Manuel Reis), e, mais recentemente, uma pequena legião de fãs esgotou o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém duas semanas antes do espetáculo.
Chegara a hora de gravar o seu primeiro disco, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal – iniciaram as gravações. Estávamos em fevereiro de 2013, certos do caminho que havia para percorrer mas longe de prever o que iria acontecer.
O disco sai a 1 de julho de 2013, duas semanas depois alcança o primeiro lugar no Top de vendas nacional e é considerado pela grande maioria com o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI.
Nesse mesmo ano é convidada a participar em alguns dos mais importantes festivais da cena musical portuguesa, entre os quais, Largos da Mouraria – Festas de Lisboa, Festa do Avante, Caixa Alfama, Debandada e Vodafone Mexefest e atua no Festival da Flandres, marcando desta forma a primeira apresentação do seu disco de estreia internacionalmente.
Depois de ter arrebatado tudo e todos em 2013, a grande revelação da cena musical portuguesa, a fadista Gisela João, deixou a sua marca em duas das mais prestigiadas salas do país: Casa da Música e CCB. Gisela João entrou em 2014 a mostrar, ao vivo, porque é que fez de 2013 um ano crucial para a história do Fado».
30 julho, 2013
Andanças 2013 - Os Bailes e os Concertos!
O Andanças 2013 decorre de 19 a 25 de Agosto em Póvoa e Meadas (Castelo de Vide) e já é conhecido o programa completo do festival. Aqui ficam, apenas, o conceito e a programação de bailes e concertos:
«Na programação Andanças’2013, o corpo é peça chave que se quer descobrir sob diferentes
âmbitos. Nos concertos, bailes, oficinas de danças ou oficinas instrumentos explora‐se o corpo
enquanto instrumento artístico, produtor de movimentos e de sons, que se transformam em
danças ou músicas. Nas oficinas de relaxamento e de aquecimento e nas danças sociais,
descobre‐se o corpo enquanto veículo de conexão com o Eu e ligação ao Outro. Por fim,
encontra‐se o Corpo sob o prisma da mente, no mundo das ideias, da imaginação, da
criatividade e da reflexão, com conversas, passeios, cinema ou oficinas criativas.
Os 7 dias Andanças são preenchidos por 52 concertos com 32 bandas, 90 bailes com 45 grupos
musicais, 8 espetáculos de teatro, circo e dança, 51 oficinas de aquecimento e relaxamento
com 13 propostas distintas , 105 oficinas de 71 tipos de dança, 14 oficinas de instrumentos, 17
espetáculos de animação de rua, 17 filmes no cinema ao ar livre, 8 conversas / palestras, 6
oficinas de gastronomia local, 47 oficinas criativas com 26 atividades diferentes, 24 visitas
culturais a 10 espaços distintos. Para os mais novos e entre as áreas referidas há 85 atividades
que lhes são especialmente direcionadas.
A grande extensão e variedade de propostas tem como objetivo oferecer um grande leque de
possibilidades aos participantes, criando um espaço de liberdade, para que cada um elabore o
seu próprio percurso, de acordo com os seus gostos e escolhas pessoais.
Contrariamente aos demais festivais, no Andanças não existem “cabeças de cartaz”. Em vez
disso, procura‐se dar igual visibilidade aos diferentes projetos, mantendo todos ao mesmo
nível, independentemente de serem os mais conhecidos, reputados, antigos ou amadores.
Na proposta deste ano, a música continua a fazer parte integrante da programação como
elemento essencial à movimentação dos corpos, às aproximações entre pessoas e à construção
de espaços de encontro e aprendizagem, numa dança que além de corpos dinamiza ideias. A
diversidade de públicos do Andanças e a multiplicidade de atividades, permitem a construção
de uma rede espessa e dinâmica de interações, que transformam o festival numa aldeia global.
O Andanças 2013 respira a Descoberta de um novo local e das novas experiências que a
programação quer partilhar nesta semana que não dorme.
CORPO - Bailes:
Amato Lusitano,
Anafaia,
Andrea Capezzuoli e Compagnia,
Aqui Há Baile,
Ba.fnu,
Baile das Histórias,
Baile de Forró,
Baile de Salsa e Cha Cha Cha,
Baile Lindy Hop,
Bogus,
Catraios d'Oliveira,
Chalo e Sunguila,
Contato e Improvisação,
D'nos Manera - Música Africana,
Decker – Parmenter,
Duo de Improvisação Trad,
Duo Skeller,
Eka,
Garric,
GiraSol,
Gurí,
Jam de Contato e Improvisação,
Karrossel,
Laefty Lo,
Las Çarandas,
Magmell,
Martina Quiere Bailar,
Mazedonia'n Blue,
Mosca Tosca,
Oio,
Origem Tradicional,
Os Irmandiños de Vincios,
Pej Quartet,
Projecto Forró de Lampião,
Recanto,
Scandìll,
Sesam Duo,
Sons Libres,
String Fling,
Toques do Caramulo,
Traballo,
Tribal Jâze,
Uma Coisa em Forma de Assim,
Zeca do Rolete,
Zigo
CORPO - Concertos:
Al-jiçç,
Albaluna,
Amato Lusitano,
Cabra Çega,
Charanga,
Concerto para Olhos Fechados,
CRASSH street 2.0,
Dilen,
Eka,
Ermelindas,
Estágio de alto rendimento e concerto de encerramento,
Joana Guerra,
Magmell,
Meditação com Gongo,
Mu (na foto, de Hugo Lima),
Nação ViraLata,
O Didgeridoo e as Suas Origens,
O Mundo do Didgeridoo,
Paraszta Pé,
PeSSoas,
Quarto Escuro,
Retimbrar,
Rondó da Carpideira,
Sukuru,
Tambor de Água,
Tanira,
Tanz Instanz,
Viagem Sonora com Instrumentos Ancestrais,
Winga Kan,
Xoán Curiel,
Yemadas»
Mais informações aqui: http://www.andancas.net/
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06 julho, 2013
Tom de Festa - Mais um Festival Resistente!
Depois de termos dado conta do Sete Sóis Sete Luas, chegou agora a vez de publicar a informação já disponível sobre outro festival histórico em Portugal: o Tom de Festa, ainda e sempre organizado pela ACERT e em Tondela:
«23º TOM DE FESTA
FESTIVAL DE MÚSICA DO MUNDO ACERT’13
Uma Tondela com muitas geografias e enCANTOS para que
mantenhamos memórias de elefante.
Brasil | Cabo Verde | Camarões | Espanha | Irlanda | Portugal
A ACERT organiza a 23ª edição do Tom de Festa. Num ano marcado pela
criação teatral de “A Viagem do Elefante”, o programa mantém a sua matriz,
promovendo concertos e atividades que fazem deste Festival um dos mais
antigos acontecimentos desta natureza realizados no país.
Nomes de artistas e grupos talentosos integram um programa multicultural
que oferece uma ementa musical singular.
Richard Bona num regresso há muito esperado, depois de se ter apresentado
pela primeira vez em Portugal, na ACERT, em 2007. O talento e virtuosismo
de um dos mais reconhecidos músicos mundiais.
A brasileira Cibelle, artista multifacetada, apresentando em primeira-mão em
Portugal o seu novo trabalho discográfico.
Contracorrente, uma criação d’Orfeu, espetáculo vencedor do Prémio Adriano
Correia de Oliveira do Festival Cantar Abril 2013.
Niamh Ni Charra )na foto), uma cantora e instrumentista irlandesa premiadíssima pela
originalidade com que aborda a música folk do seu país.
O cabo-verdiano Tcheka, um dos músicos de referencia da música africana
da atualidade.
Dead Combo, um projeto musical nacional inovador e de prestígio
reconhecido.
Os ritmos cine-frenéticos da Galiza trazidos pela Banda Crebinsky.
O teatro de rua apresentado pelo Teatro Regional da Serra de Montemuro
com o espetáculo “Que raio de mundo”.
Moulinex Live, a capacidade para esmagar fronteiras entre géneros, pistas de
dança e sofás.
Uxu Kalhus, um grupo folk português algures entre os universos da “fusão” e
das “músicas do mundo” com atuações vibrantes e inesquecíveis.
Mas, como sabem todos aqueles que viveram outras edições do Tom de
Festa, a música é a protagonista de um local de encontro de culturas,
de gentes e de paixões partilhadas que, em Tondela, se conjugam num
acontecimento que, por universal, não perde o caráter comunitário da festa
e da identidade de quem o promove: a ACERT, placa giratória de afetos é o
local menos as paredes…
Este ano o Tom de Festa, fruto de uma das múltiplas parcerias que a ACERT
vem desenvolvendo, realiza-se em partilha com a Fundação Museu do
Douro. É mais um motivo de enorme satisfação que o nosso trabalho vá
sendo desenvolvido com parceiros tão estimulantes.
Sejam bem vindos a mais um Tom de Festa e levem sinais de celebração da
música e das artes como elementos que permitem conjugar forças, fortalecer
resistências, promover partilhas e celebrar sonhos transformadores duma
realidade que exige a união entre os povos que querem ser sujeitos do seu
próprio futuro.
Tondela, de 17 a 20 de Julho, Régua de 17 a 21 de julho, são locais de
encontro de todos aqueles que desejam conjugar, em festa, plurais tons de
enCANTOS conjuntos.
Programa
23º Festival de Músicas do Mundo ACERT
Tondela, 17 a 20 de julho
quarta, 17 de julho
Teatro Montemuro "Que Raio de Mundo"
22:00, Jardim
Richard Bona (Camarões)
23:00, Palco 1
quinta, 18 de julho
Cibelle (Brasil)
22:00, Palco 1
Contracorrente
23:00, Palco 1
sexta, 19 de julho
Niamh Ni Charra (Irlanda)
22:00, Palco 1
Banda Crebinsky (Espanha)
23:00, Palco 1
Moulinex Live
24:00, Pátio
sábado, 20 de julho
Tcheka (Cabo-Verde)
22:00, Palco 1
Dead Combo
23:00, Palco 1
Uxu Kalhus
24:00, Pátio»
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03 julho, 2013
Festival Sete Sóis Sete Luas - Resiste e Continua!
Exemplo maior de que não há crise que dê cabo de um festival (mesmo que a crise exista mesmo!), o Sete Sóis Sete Luas insiste este ano num programa de altíssima qualidade. Veja-se (e confira-se nas «etiquetas») o que vai passar pela Fábrica da Pólvora de Barcarena (a apenas dois quilómetros da minha casa):
«XXI Festival Sete Sóis Sete Luas No palco da Fábrica da Pólvora de Barcarena músicas, danças e cantos dos portos do Mediterrâneo: Bari, Cádiz, Istambul, Nápoles, Oran, Thessalonika com a nova produção musical liderada por Rão Kyao . 5 de Julho – 16 de Agosto, todas as sextas-feiras
Uma nova edição do Festival Sete Sóis Sete Luas, a vigésima primeira, vai acompanhar o verão do público de Oeiras com eventos musicais únicos. O Festival Sete Sóis Sete Luas continua o seu caminho de diálogo intercultural, nomeadamente através da promoção de histórias e tradições de diferentes partes do mundo, envolvendo artistas e público dos Países do Mediterrâneo e do mundo lusófono. Mais uma vez, o caminho do Festival tem o apoio do Município de Oeiras. Preparem-se para soltar todas as sextas-feiras, a partir de 5 de Julho até 16 de Agosto, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, com músicos de fama internacional como Rão Kyao. Como um círculo perfeito, vamos começar partindo do sul da Itália, para passar por Cabo Verde, Grécia, Espanha, Turquia e voltar outra vez na Itália meridional.
Como os Sete Sóis e as Sete Luas do Festival, sete serão os concertos imperdíveis que irão animar as noites de Barcarena. A programação começa em 5 de Julho com a Sossiobanda, formação jovem e enérgica da Puglia, que irá realizar para o público de Oeiras transportando-o numa viagem para a Itália mais autêntica. Francesco Sossio e sua banda irão apresentar os sons populares da Puglia, reelaborando-los com grande originalidade através da utilização de instrumentos tradicionais e modernos. O concerto da Sossiobanda é realizado em colaboração com Puglia Sounds.
Na sexta-feira, 12 de Julho, os ritmos internacionais da Orient.7sois.Orkestra mergulharão na Fabrica da Pólvora. Rão Kyao, grande músico português já premiado com dois discos de ouro e de platina, coordena seis músicos que não se conheciam antes desta produção e que falam línguas diferentes, combinando cada um dos seus estilos pessoais de música num trabalho original, que resume as diferentes almas do Mediterrâneo. Marko Kalcic da Croácia ao baixo e Kelly Toma da Grécia a tocar a lira de Creta, representam o espírito do leste da banda, enquanto os outros componentes são: Salim Allal da Argélia no oud e no cante, Miguel Angel Ramos da Andaluzia na guitarra, e Ruca Rebordão de Portugal na percussão.
A verdadeira alma de Cabo Verde, que carateriza a vida de todos os cabo-verdianos, é a música. A talentosa artista cabo-verdiana Sara Alhinho, que irá atuar a 19 de Julho, interpreta com a sua voz estes sentimentos da sua terra de origem e evoca, com os seus sussurros suaves, o seu amor por Cabo Verde e pelo mar. Profundamente ligada aos ritmos tradicionais de Cabo Verde, mas também atraída por horizontes musicais mais longinquos, Sara Alhinho dialoga com o público, tornando cada concerto num acontecimento único e irrepetível.
Sonhamos a Grécia no dia 26 de julho, com Yannis e Gorkem Saoulis e o rebetiko, chamado também o «blues grego», música popular urbana tal como o jazz, o fado, o tango. O rebetiko tem as suas origens na forçada emigração de milhares de gregos da Ásia Menor nos anos Vinte. Nascido do encontro entre as culturas grega e turca, com excertos de elementos europeus e de todas aquelas civilizações que cruzaram o Mediterrâneo mestiço no início de 1900, o rebetiko é cheio de ansiedade, paixão e liberdade. Interpretado de forma magistral pela voz de Yannis e pelo kanun de Gorkem, o rebetiko promete transportar o público numa viagem para o imaginário simbólico da Grécia.
No dia 2 de Agosto, Oeiras dançará seguindo os movimentos do famoso bailarino e coreógrafo espanhol Miguel Cañas. Maestro de flamenco conhecido a nível internacional, ele ganhou o prémio nacional de dança de Córdoba em 2007. Atualmente, é o principal dançarino do Tablao "El Corral de la Morería" em Madrid; antes de partir com sua tournée de Outono ao redor do mundo, Miguel encantará Oeiras com a sua dança sem tempo.
No dia 9 de Agosto, explode a energia do grupo turco Baba Zula (na foto). Como a ponte sobre o Bósforo em Istambul, os Baba Zula unem Oriente e Ocidente, passado e presente, ritmos tradicionais e música eletrónica. Nos seus concertos utilizam vídeos, películas e improvisam utilizando temas sempre novos nas suas canções. Já fizeram digressões na Turquia, na Alemanha e em Canada depois do lançamento do primeiro álbum. O grupo compõe temas para música e teatro, e já trabalhou com artistas reconhecidos internacionalmente como Butch Morris, Jane Bunnet, Brenna MacCrimmon.
No dia 16 de Agosto, Carlo Faiello & Tamurriata Remix prometem um concerto altamente sugestivo, que traz de volta as memórias napolitanas, mas sempre mantendo um olhar para o futuro e a inovação musical. As performances de Carlo Faiello, figura emblemática da música popular de Nápoles e já protagonista no álbum da Amália Rodrigues sobre a canção napolitana, são totalmente inspiradas no universo mítico de Nápoles, onde a canção de autor encontra os ritmos avassaladores de da música popular tradicional e contemporânea. A interpretação de Carlo Faiello da música e das canções populares Napolitanas tem evoluído de forma a preservar todos os aspetos da tradição e incorporar as novas tendências e tecnologias, adaptando-as para o seus próprios padrões culturais. A música de Carlo Faiello é sem dúvida uma clara indicação da vitalidade da cultura e da língua de Nápoles.
SOBRE O FESTIVAL
O Festival Sete Sóis Sete Luas (www.7sois.eu), com o importante apoio da Câmara Municipal de Oeiras, começa este ano a sua XXI edição (1993-2013) e continua a sua longa viagem pelas rotas musicais, artísticas e turísticas que unem o Mediterrâneo ao mundo lusófono.
O Festival Sete Sóis Sete Luas nasceu em 1993, dando início a uma troca cultural positiva e construtiva entre Itália e Portugal, que ao longo do tempo abriu-se a novas realidades para se tornar, hoje, uma rede cultural que inclui mais de 30 cidades em 13 países diferentes mundo mediterrâneo e lusófono: Brasil, Cabo Verde, Croácia, França, Grécia, Israel, Itália, Marrocos, Portugal, Romênia, Espanha, Eslovênia e Tunísia. O Festival envolve mais de 400 artistas, promove todos os anos mais de 150 concertos de música popular contemporânea acompanhado por exposições de artes plásticas, atraindo um público cosmopolita de mais de 200.000 espetadores. Entre os objetivos do Festival destaca-se o diálogo intercultural, a mobilidade de artistas e a criação de formas originais de produção artística. Desde 1993 os presidentes honorários foram os Prémio Nobel José Saramago e Dario Fo. A partir do ano 2012, ao lado de Dario Fo, o novo presidente honorário é o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca. Em Portugal, para além de se realizar em Oeiras, o Festival passa também por Ponte de Sôr, Alfândega da Fé, Castro Verde, Odemira, Elvas.
22h, Fábrica da Pólvora de Barcarena
PROGRAMA:
5 de Julho – Sossiobanda (Itália)
12 de Julho – Orient.7Sois.Orkestra (Mediterrâneo)
19 de Julho – Sara Alhinho (Cabo Verde)
26 de Julho – Yannis & Gorkem Saoulis (Grécia)
2 de Agosto – Miguel Cañas (Espanha)
9 de Agosto – Baba Zula (Turquia)
16 Agosto – Carlo Faiello & Tamurriata Remix (Itália)
Programa e elencos sujeitos a alterações
Preçário – bilhete pago a partir dos 3 anos:
€ 2,00 individual
€ 5,00 família, até 4 pessoas
Info:
info@7sois.org
www.7sois.eu»
02 julho, 2013
FMM de Sines - Actividades Paralelas
O Clube Conguito vai actuar pela primeira vez no FMM de Sines (dia 25 de Julho, na Avenida da Praia), o que é para mim e para o Rodrigo Madeira uma enorme honra! Não admira, portanto, que a foto (cortesia António Pedro Ferreira) que encima este espaço seja nossa ;) Aqui vai o comunicado em que se dá conta dos outros sets de DJ e de muito mais que vai acontecer em Sines, para além dos concertos:
«FMM Sines 2013: Programa de 43 concertos complementado por iniciativas paralelas em diversas expressões artísticas
Além do maior programa de concertos da sua história, com 43 espetáculos repartidos pelos palcos do Castelo, Avenida Vasco da Gama e Centro de Artes de Sines, o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2013 oferece um programa de iniciativas paralelas, que o complementam com atividades em várias expressões artísticas.
No dia 6 de julho, às 19h00, no Centro de Exposições do Centro de Artes de Sines, é inaugurada a exposição “Improvisos”, com fotografia de José M. Rodrigues, um dos grandes fotógrafos portugueses, Prémio Pessoa 1999. Nesta exposição está em destaque a vertente mais experimental do trabalho do autor, produzida maioritariamente nos anos 80, durante a permanência de José M. Rodrigues na Holanda. Depois da inauguração, a exposição estará patente todos os dias, entre as 14h00 e as 20h00.
Assinalando os 15 anos do festival, os cinco anos da escola e a inauguração da sua nova sede, a Escola das Artes do Alentejo Litoral (ex-Escola das Artes de Sines) organiza, entre 18 e 27 de julho, um festival dentro do festival (Escola das Artes em Festa), com dezenas de apresentações dos seus alunos e professores, numa demonstração da força do ensino da música em Sines e na região. Os concertos realizam-se, em vários horários (ao início e final da tarde) em dois palcos: o Palco das Artes, no Pátio das Artes (novo espaço ao ar livre, junto ao Centro de Artes de Sines), e o Palco do Bocage, no Largo Poeta Bocage (junto ao Castelo e à nova sede da escola). Programa detalhado em www.fmm.com.pt.
Como em edições anteriores, o FMM Sines proporciona às crianças dos 6 aos 12 anos a oportunidade de contactar com os artistas do festival em ateliês onde se conta, canta e toca, com as músicas e as culturas do mundo como mote. Este ano, os Ateliês para Crianças programados são os seguintes: Bassekou Kouyaté & Ngoni Ba (18 de julho), Barbez (19 de julho), Baloji (20 de julho), Nathalie Natiembé (24 de julho), Extremadura Territorio Flamenco (25 de julho), Bomba Estéreo (26 de julho) e DaWangGang (27 de julho). Os ateliês têm lugar no auditório do Centro de Artes de Sines, às 11h00. Marcação no balcão do Centro (tel. 269 860 080)
No dia 21 de julho, às 18h30, no auditório do Centro de Artes de Sines, o Teatro do Mar apresenta o espetáculo teatral “A Lenda do Menino da Gralha”, uma história baseada numa lenda da freguesia de Porto Covo, com texto e encenação de Julieta Aurora Santos. Entrada livre, para todos os públicos.
Entre 18 e 24 de julho, no Centro de Artes de Sines, realizam-se sessões de contos com narradores orais portugueses e estrangeiros. Este ano, Contos de Tantos Mundos apresenta os narradores Helena Gravato (18 de julho, 16h00), Matia Losego (19 de julho, 16h00), Cantadinhas – Cláudia Fonseca e Miguel Marques (20 de julho, 16h00), Soledad Felloza (23 de julho, 16h30), Sing and Tell – Sofia Maul (24 de julho, 10h00) e Histórias de Saias – Cristina Taquelim e Cláudia Fonseca (15h30). As sessões destinam-se a todos os públicos, com exceção de Sing and Tell, para famílias com crianças dos 2 aos 6 anos.
Numa associação entre a Câmara Municipal de Sines, a livraria a das artes e a VGM, a Capela da Misericórdia acolhe, o longo de todo o festival, uma Feira do Livro e do Disco com as mais recentes novidades editoriais no mercado português e uma seleção de discos de músicas do mundo, clássicos e contemporâneos.
Na feira do livro, realizam-se, com o apoio da livraria a das artes, quatro Encontros com Escritores: Paulo Moreiras (20 de julho), Ana Margarida de Carvalho (25 de julho), Carlos Campaniço (26 de julho) e Afonso Cruz (27 de julho). Todas as sessões estão marcadas para as 17h00.
A figura de Amílcar Cabral é evocada no dia 22 de julho com a iniciativa “Amílcar Cabral é uma Arma”. Uma organização conjunta da Câmara Municipal de Sines, da Unipop e da Revista Imprópria, a iniciativa é composta por dois momentos. O primeiro momento começa às 14h30, no auditório do Centro de Artes, com a projeção do documentário “As Duas Faces da Guerra”, de Diana Andringa e Flora Gomes, seguida pela conversa “Amílcar Cabral, Modos de Usar”, com a presença de Chullage (Plataforma Gueto), Diana Andringa (realizadora), José Neves (historiador) e Marcos Cardão (historiador). O segundo momento da iniciativa acontece às 24h00, no Largo Poeta Bocage, com “spoken word” pelo artista cabo-verdiano Chullage.
No dia 24 de julho, às 17h00, no Centro de Artes de Sines, o Tamera – Peace Research Centre apresenta o seu projeto Escola Terra Nova, plataforma destinada “a reunir e distribuir conhecimento para uma nova forma de viver no planeta”.
A programação de Cinema está centrada nos últimos três dias do festival: dia 25 de julho, sessão dupla com a projeção de “Crónica Parisiense”, de Luís Miguel Correia, e “Incêndio”, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes; dia 26, apresentação do filme “Mama Goema: The Cape Town Beat in Five Movements”, da autoria de Sara Gouveia (Portugal), Calum MacNaughton (África do Sul) e Ángela Ramirez (Colômbia); dia 27, projeção de “The Upsetter: The Life and Music of Lee Scratch Perry”, filme de Ethan Higbee e Adam Bhala Lough. Todas as sessões têm lugar no auditório do Centro de Artes de Sines, às 15h30, com entrada livre.
No segundo fim-de-semana do FMM, como habitual, a programação de concertos é fechada no palco da Avenida Vasco da Gama com DJ Sets às 4h00: Riddim Culture Sound (24 de julho), Clube Conguito (25 de julho), Batida Balkanica (26 de julho) e Senhor Comendador & Sua Sobrinha (27 de julho).
O FMM Sines 2013, uma organização da Câmara Municipal de Sines, é cofinanciado pela Rede Urbana Mobilidade Inovação e Memória / Rede de Cidades do Litoral Alentejano, no âmbito do programa operacional INALENTEJO do QREN 2007-2013, com fundos FEDER / UE. Conta também com o apoio em mecenato da Galp Energia – Refinaria de Sines e Costa Alentejana - ERT Alentejo Litoral, entre outras empresas e entidades.
Mais informações
www.fmm.com.pt
www.facebook.com/fmmsines»
27 junho, 2013
Iberfolk regressa a Sortelha já este Fim-de-Semana!
É já nos próximos dias, mas aqui fica a boa notícia: o festival Iberfolk renasceu e conta no cartaz com concertos de O Báu, Sabão Macaco, A Charanga, Velha Gaiteira (na foto), Terreiro do Gaiteiro, No Mazurka Band, Aqui Há Baile e Kalakan. Mas há mais coisas por lá:
«Iberfolk regressa a Sortelha
28, 29 e 30 de Junho 2013
A Entrada é Livre, o Campismo é Livre, ficam só obrigados a comparecer!
A Aldeia histórica de Sortelha volta a ser palco de mais uma edição do Iberfolk, festival de música tradicional, atividades culturais danças e mostra de artesanato, que conta já com a sua quarta edição, de 28 a 30 de Junho.
Serão três dias de música, oficinas, passeios, escalada, artesanato, concertos, teatro, paisagens de encher os olhos, abraçando o património arquitetónico e cultural, celebrando e reinventando a tradição, entre o calor das gentes da terra que tão bem sabem receber.
O evento é organizado pela Câmara Municipal do Sabugal, sendo executor do mesmo Associação Transcudânia, e conta com o apoio da Junta de Freguesia de Sortelha e da Associação Lérias, com a Promoção da Associação das Aldeias Históricas de Portugal e cofinanciamento do Provere, Mais Centro Qren.
O programa oferece muita música animação e algumas supresas.
A animação de rua estará a cargo da Associação Lérias, com as seguintes oficinas:
- Oficina de Gaita de Fole
- Oficina de Percussão
- Oficina de Danças Mirandesas
- Oficina de Pauliteiros
As bandas, que vão participar nesta edição são: O Báu, Sabão Macaco, A Charanga, Velha Gaiteira, Terreiro do Gaiteiro, No Mazurka Band, Aqui Há Baile, Kalakan.
Haverá caminhadas temática, uma visita às Termas do Cró, atuação do Grupo Etnográfico de Sortelha e do grupo de Teatro Guardiões da Lua, da aldeia de Quarta-feira.
A empresa Viúva Monteiro, providencia transporte de Lisboa, diretamente para Sortelha. A reserva do bilhete deve ser efectuada através do n.º de telefone 271 753 405/ 406 .
O Festival arranca no dia 28, sexta-feira com a abertura da feira de artesanato às 20:00 horas. A abertura solene do festival, está marcada para as 22:00 horas, do mesmo dia.
Sortelha espera por ti.»
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